O “SARAU ELÉTRICO: O ÓVULO, O GAMETAEAPALAVRA” nasceu dos cruzamentos de todos os horizontes dos tempos do poema e da cabeça de um artista que sabia, não poder executar o projeto de uma vida, sem a paciência tão necessária para a imagética que se anunciava tanto no espaço do teto do quarto, quanto na solidão dos sonos e das pausas, entre sorrisos solitários e “pareidolias”.
Mesmo sob o desafio dos recursos que nunca se apresentaram, regia mais um arremedo no tecido da sua obra, alimentando a ambos: à sua fome e à fantasia.
Às flores das angiospermas; o pólen e o fruto. Ao “Sarau elétrico: o óvulo, o gameta e a palavra”; a poesia, a vida e o espetáculo!
O Sarau Elétrico: o óvulo, o gameta e a palavra vem a público esclarecer:
Por razão que a própria razão desconhece, a gente tá mais feliz que abelha num copo de caipirinha.
Em linhas gerais, a gente tem é motivo de sobra pra comemorar!
O nosso voo no 8° Festival Literário de Itajaí foi decisivo para entendermos em definitivo a importância do projeto, na formação literária e cultural da cidade.
Nós do Sarau Elétrico: o óvulo, o gameta e a palavra já sabíamos que a poesia catarinense sempre mereceu a atenção do cenário nacional e subimos ao palco do FLI garantiram uma apresentação comprometida com o tamanho da história da literatura pexêra.
Também contamos com o apoio de artistas imensos, da nossa admiração, formados no jardim do nosso quintal: Casa de Orates [@casadeoratesoficial], Josy e Ana [@josy_joe__ e @ana_karenhart], Quizumba [capoeira_muzenza_itajai_ofc] e de poetas que subiram ao “Palco Bento Nascimento” para celebrar a poesia com a gente.
Reforçamos a nossa gratidão ao público que sempre nos acompanha, dando aquela força pra gente continuar acreditando e lambuzando com o mais puro Mel Elétrico a cena da cidade.
À Fundação Cultural de Itajaí [@fundacaoculturaldeitajai] pelo apoio e interesse em fortalecer a divulgação em torno da literatura de Itajaí, que há muito vem contribuindo para o desenvolvimento cultural da região.
À Câmara Setorial de Literatura de Itajaí [@setorialdeliteraturaitajai], pelo trabalho incansável na construção do conhecimento e no fortalecimento de políticas públicas na área de literatura, junto ao Conselho Municipal de Políticas Culturais.
Aqui, um tantinho da nossa maneira de voar…
Apresentação, criação e performance: Hang Ferrero Teclados e piano: Giovanni Sagaz Violão e sintetizadores: Felipe Passoka Produção: Dea Bittencourt
Imagens e montagem: Larissa Moon e Bruno Vieira Execução: Estúdio Lunar [@lunarestudiosc]
Em sua palestra, Hang traçou um paralelo sobre o tempo – suas referências passadas, que construíram o artista que hoje é e o impacto da contemporaneidade, nas coisas que acredita.
Traz uma leitura sobre o embate dos anos passados e o avanço das tecnologias e sua afirmação nas identidades individuais e coletivas.
Nascido em Laguna SC, aos 13/04/1972, berço da República Juliana, de Anita Garibaldi, casamentos antigos, água por todos os lados e toda a montagem de seres do imaginário nativo.
Ainda nas séries escolares iniciais, toda vez que podia, fugia para a principal praça da cidade para alimentar sua prematura inquietação existencial. Acomodado em um banco que acreditava ser de sua propriedade, arriscava-se a desenhar os mesmos casais que o cercavam e após a finalização de cada obra, ocupava-se a escrever qualquer discurso apaixonado abaixo dos desenhos.
Daquele garoto, nasceu Hang Ferrero. Esta palestra foi proferida num evento TEDx utilizando o formato de conferência TED, mas organizado de forma independente por uma comunidade local.
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