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  • A Guerra que Salvou a Minha Vida: Quando a guerra começa dentro de casa

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A Guerra que Salvou a Minha Vida: Quando a guerra começa dentro de casa Capa dura – 22 março 2017

4,9 de 5 estrelas (2.805)

A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA é um daqueles romances que você lê com um nó no peito, sorrisos no rosto e lágrimas nos olhos entre um parágrafo e outro. Uma obra sobre as muitas batalhas que precisamos vencer para conquistar um lugar no mundo.Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando.Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor.Kimberly Brubaker Bradley consegue ir muito além do que se convencionou chamar “história de superação”. Seu livro é um registro emocional e historicamente preciso sobre a Segunda Guerra Mundial. E de como os grandes conflitos armados afetam a vida de milhões de inocentes, mesmo longe dos campos de batalha. No caso da pequena Ada, a guerra começou dentro de casa.Essa é uma das belas surpresas do livro: mostrar a guerra pelos olhos de uma menina, e não pelo ponto de vista de um soldado, que enfrenta a fome e a necessidade de abandonar seu lar. Assim como a protagonista, milhares de crianças precisaram deixar a família em Londres na esperança de escapar dos horrores dos bombardeios.Combinando a ternura de Em Algum Lugar Nas Estrelas, outro título da coleção DarkLove, com a realidade angustiante de O Diário de Anne Frank, A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA apresenta uma perspectiva da Segunda Guerra Mundial vista pelos olhos de uma menina que se transforma em refugiada no seu próprio país. Mais uma oportunidade perfeita para emocionar corações de todas as idades e relembrar os valores do companheirismo e da amizade em todos os momentos da nossa vida. Vencedor do Newbery Honor Award, primeiro lugar na lista do New York Times e adotado em diversas escolas nos Estados Unidos.
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Detalhes do produto

  • Editora ‏ : ‎ Darkside Books - Darklove
  • Data da publicação ‏ : ‎ 22 março 2017
  • Edição ‏ : ‎
  • Idioma ‏ : ‎ Português
  • Número de páginas ‏ : ‎ 240 páginas
  • ISBN-10 ‏ : ‎ 8594540264
  • ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8594540263
  • Peso do produto ‏ : ‎ 380 g
  • Idade de leitura ‏ : ‎ 14 anos e acima
  • Dimensões ‏ : ‎ 21.4 x 14.4 x 2 cm
  • Livro 1 de 2 ‏ : ‎ A guerra que salvou a minha vida
  • Ranking dos mais vendidos: Nº 8.178 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros)
  • Avaliações dos clientes:
    4,9 de 5 estrelas (2.805)

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Avaliações de clientes

4,9 de 5 estrelas
2.805 avaliações globais
Um dos livros mais lindos que já li.
5 de 5 estrelas
Um dos livros mais lindos que já li.
Amor. Ingenuidade. Força. Coragem. E, esperança. A Guerra Que Salvou Minha Vida, escrito por Kimberly Brubaker Bradley, é o um dos que podem ser chamados de “livro preferido”. Por meio de uma narrativa leve e tranquila, logo descobrimos como é a vida da menina Ada e de seu irmão mais novo, Jamie. Ada não sabe quantos anos tem, não sabe nada que esteja além da pequena janela de seu apartamento, onde vive presa e exposta a diversos abusos físicos e verbais vindos de sua mãe. Ao contrário dela, que tem um pé torto e traz vergonha à mãe, Jamie pode ir à escola e brincar na rua com outras crianças, além de poder usar o banheiro normalmente e comer o mesmo que a mãe. A vida da família é precária, mas Ada mal sabe o que é precário e um lar é mais um dos significados que não fazem parte do vocabulário da menina. Com a Segunda Guerra Mundial em plena ascensão e a ameaça constante de Londres ser bombardeada, Ada arruma forças para aprender a andar e poder fugir com o seu irmão durante a evacuação das crianças. O plano funciona com dificuldades e, por fim, com alguns empurrões, a dupla se encontra aos cuidados da Sra. Susan Smith, uma mulher de meia idade solitária e depressiva que não se sentia apta para cuidar daquelas crianças sujas e desnutridas, mas que logo se vê fazendo tudo que pode por eles, o que, para Ada, é algo absurdo e fora do comum. "A Alice perseguia um coelho que usava roupas e um relógio de bolso. Ele descia pela toca, como os coelhos que eu via nos passeios com o Manteiga. A Alice ia atrás dele e caía num lugar ao qual não pertencia, um lugar onde nada fazia sentido. Éramos nós, pensei. O James e eu havíamos caído na toca de um coelho, na casa da Susan, onde nada mais fazia sentido." (Pág.: 165) A jornada de Ada e Jamie, assim como de Susan, é repleta de autoconhecimento e aprendizagem, um novo mundo e novos significados é apresentado à eles, onde entendemos que a guerra citada, não se trata apenas da Segunda Guerra Mundial, mas também das pequenas e grandes guerras internas que enfrentamos todos os dias. "Enfim compreendi qual era a minha luta e por que eu guerreava. A Mãe não fazia ideia da forte combatente que eu havia me tornado."  (Pág.: 220) Um livro para ser apreciado com lágrimas nos olhos e sorriso nos lábios. Uma história capaz de mexer com o coração dos leitores de maneira intensa e extraordinária. Nota: 5/5 🌟 Páginas: 240. Editora: DarkSide Books
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Principais avaliações do Brasil

  • Avaliado no Brasil em 8 de novembro de 2021
    Formato: Capa duraCompra verificada
    Creio que representará para essa geração o que o Jardim secreto,Anne the Green Gables entre outros representou para os da sua época;lindo e cheio de aprendizados!O livro é muito bem escrito.Um misto de ficção e fatos históricos que nos transportam ,sem nenhuma dificuldade, ao período da segunda guerra e as dificuldades vivenciadas por Ada ,a protagonista,e sua luta diária contra sua condição de deficiente, a responsabilidade de cuidar do irmão mais novo provendo a ele tudo o que a mãe lhes nega tanto nos cuidados diários quanto nos cuidados em termos de amor e atenção.E a coragem aos 10 anos de tomar decisões tão adultas para salvar a própria vida e de Jamie indo para o interior da Inglaterra assim como muitas crianças evacuadas, e viver num lugar estranho com pessoas entranhas. E lá é onde tudo acontece e Ada e seu irmão Jamie são hospedados por Susan e os três nos despertam um misto de emoções e nos marcam com suas descobertas,coragem,alegrias e tristezas e vencem.todos os dias a guerra que se abateu sobre o mundo e suas próprias guerras pessoais! Impecável e emocionante! Amei e está na minha estante junto aos clássicos antigos! Estou ansiosa para comprar o segundo ,A guerra que me ensinou a viver e conhecer a sequência dessa linda estória!
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    5,0 de 5 estrelas
    Estória linda e cheia de aprendizagem!

    Avaliado no Brasil em 8 de novembro de 2021
    Creio que representará para essa geração o que o Jardim secreto,Anne the Green Gables entre outros representou para os da sua época;lindo e cheio de aprendizados!O livro é muito bem escrito.Um misto de ficção e fatos históricos que nos transportam ,sem nenhuma dificuldade, ao período da segunda guerra e as dificuldades vivenciadas por Ada ,a protagonista,e sua luta diária contra sua condição de deficiente, a responsabilidade de cuidar do irmão mais novo provendo a ele tudo o que a mãe lhes nega tanto nos cuidados diários quanto nos cuidados em termos de amor e atenção.E a coragem aos 10 anos de tomar decisões tão adultas para salvar a própria vida e de Jamie indo para o interior da Inglaterra assim como muitas crianças evacuadas, e viver num lugar estranho com pessoas entranhas. E lá é onde tudo acontece e Ada e seu irmão Jamie são hospedados por Susan e os três nos despertam um misto de emoções e nos marcam com suas descobertas,coragem,alegrias e tristezas e vencem.todos os dias a guerra que se abateu sobre o mundo e suas próprias guerras pessoais! Impecável e emocionante! Amei e está na minha estante junto aos clássicos antigos! Estou ansiosa para comprar o segundo ,A guerra que me ensinou a viver e conhecer a sequência dessa linda estória!
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    8 pessoas acharam isso útil
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  • Avaliado no Brasil em 10 de maio de 2021
    Formato: Capa duraCompra verificada
    A Inglaterra estava prestes a entrar na 2a Guerra Mundial e envia as crianças de Londres para se hospedarem com outras famílias em zona rural para assim estarem mais seguras contra possíveis ataques aéreos alemães.
    Ada tem "pé torto" uma doença que podia ter sida resolvida enquanto essa era bebê, mas não foi. Ela é tratada como uma aberração por sua mãe, trancada em casa e submetida à agressões e castigos severos. Foge então com seu irmãozinho Jamie, embarcando junto com outras crianças para um lugar onde vai descobrir o que é liberdade, afeto, ser amada e cuidada e até ser vista como uma heroína. Aos poucos ela conquista a cidade.

    Normalmente a estrutura de uma obra é começar com tudo mais leve introduzindo os personagens, depois vem os problemas e conflitos para no fim ter ou não um final feliz. Aqui a coisa já começa muito triste. Mas vai melhorando. Mostra como o que passamos pesa e influencia nossa vida mesmo depois que fica para trás.
    É muito triste em certas partes, muito bonito em outras. Um livro que aquece o coração.

    O final... de apertar o coração. Que bom que o livro tem continuação. O proximo livro que irei ler é "A Guerra que Me Ensinou a Viver".

    Quanto à edição, linda. Qualidade Darkside Books.
    PS: O marcadores não vieram junto. Eu ganhei num pack de 5 marcadores gratuitos ao comprar qualquer coisa no site Darkside. Então compensa comprar o livro na Amazon (é bem mais barato) e uma hora q vc queira um livro com brinde escolhe la os marcadores q vc quiser grátis.
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    5,0 de 5 estrelas
    Virou um dos meus livros preferidos.

    Avaliado no Brasil em 10 de maio de 2021
    A Inglaterra estava prestes a entrar na 2a Guerra Mundial e envia as crianças de Londres para se hospedarem com outras famílias em zona rural para assim estarem mais seguras contra possíveis ataques aéreos alemães.
    Ada tem "pé torto" uma doença que podia ter sida resolvida enquanto essa era bebê, mas não foi. Ela é tratada como uma aberração por sua mãe, trancada em casa e submetida à agressões e castigos severos. Foge então com seu irmãozinho Jamie, embarcando junto com outras crianças para um lugar onde vai descobrir o que é liberdade, afeto, ser amada e cuidada e até ser vista como uma heroína. Aos poucos ela conquista a cidade.

    Normalmente a estrutura de uma obra é começar com tudo mais leve introduzindo os personagens, depois vem os problemas e conflitos para no fim ter ou não um final feliz. Aqui a coisa já começa muito triste. Mas vai melhorando. Mostra como o que passamos pesa e influencia nossa vida mesmo depois que fica para trás.
    É muito triste em certas partes, muito bonito em outras. Um livro que aquece o coração.

    O final... de apertar o coração. Que bom que o livro tem continuação. O proximo livro que irei ler é "A Guerra que Me Ensinou a Viver".

    Quanto à edição, linda. Qualidade Darkside Books.
    PS: O marcadores não vieram junto. Eu ganhei num pack de 5 marcadores gratuitos ao comprar qualquer coisa no site Darkside. Então compensa comprar o livro na Amazon (é bem mais barato) e uma hora q vc queira um livro com brinde escolhe la os marcadores q vc quiser grátis.
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    1 pessoa achou isso útil
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  • Avaliado no Brasil em 22 de janeiro de 2026
    Formato: Capa duraCompra verificada
    Livro maravilhoso!
  • Avaliado no Brasil em 1 de março de 2026
    Formato: Capa duraCompra verificada
    A mídia não pôde ser carregada.
    Gente, esse livro é lindo demais! Já li duas vezes (coisa rara vinda de mim). Minha mãe tb gostou muito. A primeira vez li ele todo em uma noite. A leitura flui muito bem e, apesar de trazer questões pesadas, a autora sabe como trabalhar isso na história para não ser apenas um livro crítico, mas com uma boa narrativa por trás. Esse livro, a continuação e A história que nunca contei, também da mesma autora, são umas das coisas mais incríveis que já li. Ela sabe construir a narrativa de forma que a gente não consegue parar a leitura até que o livro acabe (e passe dias reflexivo). Recomendo demais!

    Única parte negativa é que, assim como os demais dela da Darkside, o título do livro sai com o plástico que envolve ele, de modo que o título só fica aparente na lombada.
  • Avaliado no Brasil em 22 de outubro de 2018
    Formato: Capa duraCompra verificada
    Quem acompanha o paraíso sabe o quanto tenho profundo amor por livros que possuem como pano de fundo a segunda guerra mundial. E confesso, a guerra que salvou a minha vida veio para a estante por sua capa linda e pelo pano de fundo. Não imaginava que conheceria uma história tão incrível é diferente de tudo que já li até hoje.

    Falar de Ada sem sentir emoção ou um aperto no peito é uma missão impossível depois que a leitura acaba, ou até mesmo após o primeiro capítulo, que já de cara, remete o leitor a uma realidade dura e cruel. Ada acredita que tem 10 anos, ela não sabe sua idade porque a mãe nunca se importou em dizer.

    "Enquanto adormecia, uma palavra me veio à mente. Guerra. Enfim compreendi qual era minha luta e por que eu guerreava. A mãe não fazia ideia da forte combatente que eu havia me tornado."

    Ela é criada como um bicho, trancada em um apartamento sujo, e com uma deficiência que a impede de andar sem ajuda, Ada vê o mundo passar pela fresta da sua janela enquanto Jaime, seu irmão mais novo, aproveita o que pode da infância.
    Quando a segunda guerra começa a se aproximar, Londres evacua as crianças mandando-as para o interior, e Ada vê ali sua chance de se libertar, então ela foge com Jaime para um vilarejo na Inglaterra. E lá eles são entregues a Susan, uma mulher solteira que sofre a perda da melhor amiga e que se recusa a cuidar dos dois, mas não tem jeito, eles não tem para onde ir.

    E é nessa casa, com uma mulher que não os desejava, que Ada aprende a ser feliz, e Susan recupera a alegria a muito perdida com a morte de sua melhor amiga.
    A guerra que salvou a minha vida é u livro intenso, bonito e tocante, daquele que te deixa sem palavras e sem saber como reagir. Nesses meus anos de blogueira e leitora, todos os livros que li com cenário na guerra, trouxeram enredos tristes e com desgraças, e por mais que a vida da Ada seja uma miséria sem fim, aqui, a Guerra é o que vai libertá-la, o inicio da guerra que faz com que Ada fuja, é o que a leva a vida, sem a guerra Ada jamais teria conhecido Susan.

    O livro é narrado em primeira pessoa por Ada, e é através dela, e com ela que o leitor acompanhará alguns momentos históricos da guerra, e as descobertas de Ada, por ter nascido com pé torto, deficiência que poderia ter sido curada, caso sua mãe, se é que se pode chamar aquilo de mãe, tivesse cuidado, Ada tem uma grande dificuldade para se locomover, e sendo assim ela se arrasta pelo apartamento sujo onde vive trancafiada.

    Sua progenitora, alega que Ada é retardada, sendo assim, todos na vizinhança acreditam que a menina é demente, quando ela enfim saí, é possível ver o preconceito nos olhos dos humanos que desconhecem sua realidade. Quando Ada chega na casa de Susan, nada parece fácil, mas aos poucos ambas vão se ajudando e descobrindo que podem sim voltar a viver mesmo depois de tantos problemas.

    A guerra que salvou a minha vida é um livro que ensina, que por pior que seja a situação, ainda pode existir um lado positivo, por pior que seja a guerra, algumas vidas foram salvas pelo simples fato dela existir.

    "Dei a mão a ela. Um novo e desconhecido sentimento me preencheu. Parecia o mar, a luz do sol, os cavalos. Parecia amor. Vasculhei minhas ideias e encontrei o nome. Felicidade."

    Com uma linguagem infanto, Ada promete tocar e emocionar qualquer coração que se deixe levar por essa leitura mágica e apaixonante. E é através da linguagem de uma jovem que vai aprender a viver aos 10 anos de idade que o leitor vai aprender o real valor da vida e do amor.
    Um livro indicado para todas as idades e credos, um livro que ensina a amar e lutar por aquele que merecemos, e que mostra que o mundo é muito mais quer dor, sempre a luz no fim do túnel.
    16 pessoas acharam isso útil
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