Dois dias após os Estados Unidos anunciarem o fechamento de todos os portos iranianos e do Estreito de Ormuz — rota marítima responsável por 20% do petróleo produzido globalmente —, a China intensificou sua oposição à ação. Wang Yi, o ministro das Relações Exteriores da China, alertou que a interrupção da navegação no estreito não é do interesse coletivo da comunidade internacional. O responsável pela diplomacia de Pequim também exigiu de Estados Unidos, Israel e Irã um "cessar-fogo completo e duradouro".
Dois dias após os Estados Unidos anunciarem o fechamento de todos os portos iranianos e do Estreito de Ormuz — rota marítima responsável por 20% do petróleo produzido globalmente —, a China intensificou sua oposição à ação. Wang Yi, o ministro das Relações Exteriores da China, alertou que a interrupção da navegação no estreito não é do interesse coletivo da comunidade internacional. O responsável pela diplomacia de Pequim também exigiu de Estados Unidos, Israel e Irã um "cessar-fogo completo e duradouro".
Nessa quarta (15), de acordo com uma fonte familiarizada com o assunto, Estados Unidos e Irã estão avaliando a possibilidade de estender o cessar-fogo, que termina na terça-feira (22), por mais duas semanas para permitir mais tempo para as negociações de um acordo de paz.
Nessa quarta (15), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que "não haverá acordo" com o Irã caso o país persista no desenvolvimento de armas nucleares, e garantiu que o conflito poderá ter um fim "em breve". As declarações foram feitas em uma entrevista exibida pela Fox Business.
Nessa quarta (15), com o aumento das especulações sobre uma possível nova rodada de negociações de paz entre os Estados Unidos e Irã nos próximos dias, a Rússia reiterou sua proposta para "resolver a questão dos estoques de urânio enriquecido do Irã", segundo a mídia estatal russa.
Nessa terça (14), após encontro em Washington, D.C., com a presença de representantes dos Estados Unidos, Israel e Líbano concordaram em começar negociações diretas.
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