Djin Sganzerla
Djin Sganzerla | |
|---|---|
Djin em 2018. | |
| Nome completo | Djin Sganzerla |
| Nascimento | 25 de fevereiro de 1977 (49 anos) Rio de Janeiro, RJ |
| Nacionalidade | brasileira |
| Ocupação | atriz e apresentadora |
| Atividade | 2005 - presente[1] |
| Outros prêmios | |
| Troféu Candango de Melhor Atriz Coadjuvante 2007 – Falsa Loura Troféu APCA de Melhor Atriz – Cinema | |
| Indicações | |
| Prêmio Guarani de Melhor Atriz Coadjuvante 2008 – Falsa Loura | |
Djin Sganzerla (Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 1977) é uma atriz e apresentadora brasileira.[2]
Biografia
[editar | editar código]Filha do cineasta Rogério Sganzerla e da atriz Helena Ignez, em 2009 Djin era apresentadora no Canal Brasil.[1]
Djin Sganzerla é uma atriz que possui uma vasta carreira voltada para o cinema e teatro. Começou su carreira no Rio de Janeiro integrando um grupo de teatro, sendo O Que É Bom em Segredo É Melhor em Público seu trabalho de estreia. Após algum tempo, mudou-se para a Inglaterra para estudar atuação.[3]
Ao voltar para o Brasil, foi morar em São Paulo, quando começou a frequentar o Centro de Pesquisas Teatrais, de Antunes Filho. No início dos anos 2000 começou a participar de curtas metragens, iniciando sua carreira no cinema.[3]
Em setembro de 2019, Djin contracenou com sua mãe no SESC Avenida Paulista na peça de teatro "Fábulas de Terror Titus/Macbeth", espetáculo baseado na obra do bardo inglês William Shakspeare, traduzido e adaptado por Sérgio Roveri e Marcos Daud, sob a direção de André Guerreiro Lopes. Ela representava a cruel Lady Macbeth, que convence seu marido a matar o rei da Escócia para tomar seu posto e instaura um reinado de sofrimento e caos; enquanto sua mãe representava o general Titus, que retorna vitorioso da guerra e se recusa a assumir o cargo de imperador, gerando assim uma guerra involuntária, sangrenta e cruel pela sucessão ao posto.[4]
Em 2020, Djin fez sua estreia em direção com o longa-metragem Mulher Oceano, o qual também é roteirista e interpreta os papéis protagonistas.[5] No filme ela interpreta duas mulheres distintas, Hannah e Ana, uma escritora brasileira que vive em Tóquio e uma mulher que vive no Rio de Janeiro, respectivamente. Ambas possuem uma relação com o oceano que irá influir em suas decisões de vida.[6]
Filmografia
[editar | editar código]Cinema
[editar | editar código]| Ano | Título | Personagem | Notas |
|---|---|---|---|
| 2005 | Um Lobisomem na Amazônia | Carol | |
| O Signo do Caos | Lolita | ||
| 2007 | Meu Mundo em Perigo | Irmã Ísis | |
| Conceição - Autor Bom É Autor Morto | — | ||
| Meu Nome É Dindi | Dindi | ||
| Canção de Baal | Joana | ||
| Falsa Loura | Brida (Briducha) | ||
| 2008 | Amarar | Noemi | Curta-metragem |
| 2009 | As Sombras | Ana | |
| 2010 | Um Par | Ela | |
| Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha | Jane | ||
| 2011 | O Gerente | — | |
| As Doze Estrelas | Maria da Fé | ||
| 2012 | Uma Mulher e uma Arma | Djin | Curta-metragem |
| 2013 | Poder dos Afetos | Nástia | |
| 2015 | Ornamento e Crime | Kera | |
| 2016 | O Prefeito | Ser fantasmagórico | [7] |
| Ralé | — | ||
| 2017 | Love Film Festival | Ela mesma | |
| 2018 | A Moça do Calendário | Lara | |
| Polaris | Laura | Curta-metragem | |
| 2020 | Mulher Oceano | Hannah Visser / Ana Bittencourt | também direção e roteiro |
| 2023 | Capitu e o Capítulo | Sancha | [8] |
| A Alegria é a Prova dos Nove | Jarda Ícone (jovem) | [9] | |
| O Mel É Mais Doce Que o Sangue | — | [10] | |
| Helena de Guaratiba | — | Curta-metragem[11] | |
| 2026 | Eclipse | Cléo | também direção[12] |
Teatro
[editar | editar código]| Ano | Título | Direção | Ref. |
|---|---|---|---|
| 1996 | O que É Bom em Segredo É Melhor em Público | Antônio Abujamra | [13] |
| 1999 | Savannah Bay | Rogério Sganzerla | [14] |
| 2007 | Um Sonho | André Guerreiro e Carlos Ebert | [13] |
| 2011-2012 | O Belo Indiferente | André Guerreiro Lopes e Helena Ignez | [15] |
| 2014-2015 | Ilhada em mim – Sylvia Plath | André Guerreiro Lopes | [16] |
| 2015 | O livro da grande desordem e da infinita coerência | ||
| 2019 | Insônia - Titus Macbeth | [4] | |
| 2024 | Vestido de Noiva | Helena Ignez | [17] |
Prêmios e indicações
[editar | editar código]| Ano | Festival | Categoria | Nomeações | Resultado |
|---|---|---|---|---|
| 2007 | Festival de Cinema Brasília[18] | Melhor Atriz Coadjuvante | Venceu | |
| Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro | Melhor Atriz Coadjuvante | Indicado | ||
| 2008 | Prêmio APCA de Cinema[19][20] | Melhor Atriz | Venceu | |
| Festival de Cinema e Vídeo de Natal | Melhor Atriz | Venceu | ||
| 2013 | Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro | Melhor Atuação de Elenco | Indicado | |
| 2020 | Porto Femme Film Festival | Melhor Filme | Venceu | |
| Cine PE - Festival do Audiovisual[21] | Melhor Filme | Venceu | ||
| Melhor Atriz em Longa-metragem | Venceu | |||
| 2021 | Festival de Cinema de Málaga | Melhor Filme Ibero Americano | Indicado | |
| Festival SESC Melhores Filmes | Melhor Filme Nacional | Indicado | ||
| Melhor Direção | Indicado | |||
| Melhor Atriz Nacional | Indicado | |||
| Melhor Roteiro | Indicado | |||
| 2021 | Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro[22] | Melhor Atriz | Pendente | |
Referências
- 1 2 Blanco, Gisela (28 de julho de 2009). «Entrevista com Djin Sganzerla». Revista Claudia. Editora Abril. Consultado em 7 de março de 2012
- ↑ «Djin Sganzerla». Adoro Cinema. Consultado em 9 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
- 1 2 «Djin Sganzerla». Sincronia Filmes. Consultado em 8 de junho de 2021. Cópia arquivada em 8 de junho de 2021
- 1 2 «Com Helena Ignez e Djin Sganzerla, peça une textos de Shakespeare que tiram o sono dos assassinos». terra.com.br. 2019. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
- ↑ Pécora -, Luísa (26 de novembro de 2020). «Djin Sganzerla estreia na direção com 'Mulher Oceano': 'Queria ser criadora total' | Mulher no Cinema». Consultado em 8 de junho de 2021
- ↑ «Crítica: 'Mulher Oceano' mostra originalidade de Djin Sganzerla na direção». Folha de S.Paulo. 28 de novembro de 2020. Consultado em 8 de junho de 2021. Cópia arquivada em 6 de maio de 2026
- ↑ «O Prefeito». www.adorocinema.com. Consultado em 20 de maio de 2021
- ↑ «Capitu e o Capítulo». globofilmes.globo.com. Consultado em 24 de maio de 2022. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2022
- ↑ «A Alegria é a Prova dos Nove». vertentesdocinema.com. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 9 de julho de 2025
- ↑ «O Mel É Mais Doce Que o Sangue». meioamargo.com. Consultado em 26 de maio de 2026
- ↑ «Helena de Guaratiba». cinemateca.org.br. Consultado em 26 de maio de 2026. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
- ↑ «Eclipse». adorocinema.com. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
- 1 2 Cultural, Instituto Itaú. «Djin Sganzerla». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 8 de setembro de 2020
- ↑ «Djin Sganzerla: "Espero por mais público após a estreia de 'Luz nas Trevas'".». vejasp.abril.com.br. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
- ↑ «Djin Sganzerla faz últimas apresentações de O Belo Indiferente…». auroradecinema.wordpress.com. Consultado em 27 de maio de 2026
- ↑ «Ícone do cinema marginal, Helena Ignez divide o palco com a filha Djin Sganzerla no CCBB, no Rio». heloisatolipan.com.br. Consultado em 27 de maio de 2026
- ↑ «Vestido de Noiva». infoteatro.com.br. Consultado em 27 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de maio de 2026
- ↑ «Peça francesa feita para Edith Piaf ganha montagem brasileira». Panorama Brasil. 31 de outubro de 2011. Consultado em 7 de março de 2012
- ↑ «Os Melhores da APCA - Premiados de 2008». Associação Paulista de Críticos de Artes. S/data. Consultado em 7 de março de 2012. Arquivado do original em 28 de setembro de 2011
- ↑ «Mais um prêmio para Djin Sganzerla, de Meu Nome é Dindi». Cineclick. 10 de dezembro de 2008. Consultado em 7 de março de 2012
- ↑ «"Mulher Oceano", de Djin Sganzerla, leva o título de melhor filme do NOVO CINE PE 2020». Cine PE. 9 de maio de 2021
- ↑ «26º Prêmio Guarani :: Indicados de 2020». Consultado em 24 de novembro de 2021