Ir para o conteúdo

Faláfel

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Faláfel
Nome(s)
alternativo(s)
Falafel
CategoriaSalgado
PaísEgito
RegiãoOriente Médio
Temperatura ao servirQuente
Ingrediente(s)
principal(is)
Favas ou grão-de-bico

O Faláfel (em árabe: فلافل, IPA: [fæˈlæːfɪl] (escutar)) é um salgado originário do Egito, presente na culinária do Oriente Médio, especialmente nas culinárias do Levante. O prato consiste em bolinhos fritos, redondos ou em formato de hambúrguer, de grão-de-bico ou fava moída, normalmente misturados com condimentos como alho, cebolinha, salsa, coentro e cominho.[1][2]

Muitas vezes, o faláfel é servido em um pão folha, como pita, com homus (pasta de grão-de-bico), tahine (pasta de gergelim), salada (tomate, pepino, cebola e alface), vegetais em conserva e molho apimentado, sendo consumidos sozinhos como petisco ou como parte de uma meze. O termo "faláfel" também se refere a um sanduíche aberto.

O faláfel é uma comida de rua popular consumida em todo o Oriente Médio. No Egito e na Península Arábica, onde costuma ser feito com favas, enquanto no Levante é preparado com grão-de-bico ou, às vezes, uma mistura de ambos.

A adoção da versão do faláfel de grão-de-bico pela culinária israelense e sua identificação como prato nacional israelense é controversa, tendo gerado acusações de apropriação cultural e nacionalismo culinário.

Etimologia

[editar | editar código]

A palavra falāfil (فلافل) é árabe e constitui o plural de filfil (فلفل) "pimenta",[3] originada do persa felfel (فلفل),[4] cognata da palavra sânscrita pippalī (पिप्पली) "pimenta longa"; ou de um *filfal mais antigo, do aramaico pilpāl "coisa pequena e redonda, grão de pimenta", derivado de palpēl "ser redondo, rolar".[5]

O faláfel é conhecido como ṭaʿmiyya (em árabe: طعمية, arz) no Egito e no Sudão. A palavra é derivada de uma forma diminutiva da palavra árabe ṭaʿām (طعام, "comida"); a forma específica indica uma "unidade" da raiz em questão, neste caso Ṭ-ʕ-M (ط ع م, relacionada ao sabor e à comida), significando assim "um pequeno pedaço de comida" ou "coisa pequena e saborosa".[6][7][8]

A palavra faláfel pode se referir tanto aos salgados em si quanto aos sanduíches recheados com eles.

História e popularidade

[editar | editar código]
Uma pita recheada com vegetais e bolinhos em um prato
Sanduíche de faláfel em pão pita
Vendedor de faláfel na Cidade Antiga de Jerusalém, em 1935, da Coleção Nacional de Fotos de Israel
Apesar de ser frito, o interior do faláfel permanece macio
Faláfeis egípcios em forma de hambúrguer sendo fritos em óleo
Um homem em uma cozinha de restaurante preparando bolinhos fritos
Falafel sendo frito em Ramala, Palestina

A origem do faláfel é incerta,[9] mas acredita-se que o prato provavelmente foi criado no Egito.[10][11][12][13][14] Especula-se que sua história possa remontar ao Egito Antigo.[15] No entanto, as primeiras referências escritas ao faláfel em fontes egípcias datam do século XIX,[16][17][18] e o óleo provavelmente era caro demais para ser usado na fritura por imersão no Egito antigo.[18][19]

Como Alexandria é uma cidade portuária, foi possível exportar o prato e seu nome para outras áreas do Oriente Médio.[20] Posteriormente, o prato migrou para o norte, em direção ao Levante, onde o grão-de-bico substituiu as favas, e de lá se espalhou por outras partes do Oriente Médio.[21][22][23]

Segundo o historiador Gil Marks, o sanduíche de faláfel no pão pita foi popularizado após a independência de Israel, na década de 1950, por imigrantes judeus iemenitas. Um artigo do The Palestine Post, datado de 19 de outubro de 1939, é a primeira menção ao conceito de faláfel servido em pita como comida de rua.[24]

Oriente Médio

[editar | editar código]

O faláfel é uma forma comum de comida de rua ou fast food no Egito, em todo o Levante e no Oriente Médio em geral.[25][26] Os croquetes costumam ser consumidos como parte do meze. Durante o Ramadã, os bolinhos de faláfel também são comidos como parte do iftar, a refeição que encerra o jejum diário após o pôr do sol.[7] O faláfel tornou-se tão popular que o McDonald's chegou a servir um "McFalafel" no cardápio de café da manhã no Egito.[27]

O faláfel ainda é popular na dieta copta e por isso grandes quantidades são preparadas durante os feriados religiosos.[25] O faláfel também é consumido como parte do cardápio da Quaresma pelos cristãos árabes.[28][29][21][25][30]

O faláfel à base de grão-de-bico, comum em muitas culinárias do Levante, incluindo a israelense e a palestina, tornou-se amplamente reconhecido como prato nacional em Israel, onde é uma comida de rua popular.[21][31]

Ondas de migração de árabes e turcos levaram o faláfel pela Europa, especialmente à Alemanha, onde uma grande população turca havia se estabelecido. A princípio, o prato era consumido principalmente pelos imigrantes. No início dos anos 1970, o surgimento de barracas e restaurantes de comida turca tornou o faláfel conhecido pelos alemães, resultando em uma transformação da receita.[12]

América do Norte

[editar | editar código]

Na América do Norte, antes dos anos 1970, o faláfel era encontrado apenas em bairros e restaurantes do Oriente Médio, mediterrâneos e judaicos.[32][33][34][35] Atualmente, o prato é uma comida de rua comum e popular em muitas cidades de toda a América do Norte.[36][37][38]

Vegetarianismo

[editar | editar código]

O faláfel tornou-se popular entre vegetarianos e veganos em todo o mundo, como alternativa às comidas de rua à base de carne.[32][39] Embora seja tradicionalmente associado à produção de hambúrgueres vegetarianos,[40] seu uso se expandiu à medida que mais pessoas o adotaram como fonte de proteína.[41] O faláfel é usado como substituto da carne em algumas receitas vegetarianas de bolo de carne, sanduíches de carne e espaguete com almôndegas [en].[42][43]

Preparo e variações

[editar | editar código]

O faláfel é feito de favas, grão-de-bico ou uma combinação de ambos.[21] No Egito, costuma ser preparado com favas, já nas culinárias israelense e palestina, o grão-de-bico é mais utilizado.[21] Na Jordânia, no Líbano, na Síria e no Oriente Médio em geral, são usados grão-de-bico ou uma mistura de ambos.[25][21][30][44] A versão à base de grão-de-bico é a mais popular no mundo ocidental.[25] Alguns faláfels incluem um recheio dentro da massa e os palestinos fazem uma variação de faláfel recheada com sumagre e cebola.[45][46][47]

Quando se usa grão-de-bico, ele não é cozido antes do uso (cozinhá-lo fará com que o faláfel se desmanche, exigindo a adição de farinha como aglutinante). Em vez disso, ele é deixado de molho (às vezes, com bicarbonato de sódio) durante a noite e depois moído com vários ingredientes, como salsinha, cebolinha e alho.[25] Algumas especiarias, como cominho e coentro, costumam ser adicionadas aos grãos para realçar o sabor.[48] As favas secas são deixadas de molho em água e depois moídas em pedra com alho-poró, salsinha, coentro fresco, cominho e coentro seco.[49][50] A mistura é moldada em bolinhas ou hambúrgueres, à mão ou com um utensílio chamado aleb faláfel (molde de faláfel).[6] Por fim, a massa costuma ser frita por imersão, mas também pode ser assada no forno.[32]

O faláfel é redondo, mas também é feito em outros formatos. O interior do faláfel pode ser verde (proveniente de ervas verdes como salsinha ou cebolinha verde) ou bege. Às vezes, o faláfel é passado em sementes de gergelim antes de ser frito.[51]

Quando servido como sanduíche, o faláfel é envolto em pão folha ou colocado em uma pita oca,[52] podendo ainda ser servido com pão ázimo.[53] Também podem ser adicionados tomates, alface, pepinos e outros acompanhamentos.[54][55] O faláfel costuma ser acompanhado de molho de tahine.[25]

Faláfel caseiro
Valor nutricional por 100 g (3,53 oz)
Energia 1393 kJ (330 kcal)
Carboidratos
Carboidratos totais 31.84 g
Proteínas
Proteínas totais 13.31 g
Água 34.62 g
Vitaminas
Vitamina A 13 UI
Tiamina (vit. B1) 0.146 mg (13%)
Riboflavina (vit. B2) 0.166 mg (14%)
Niacina (vit. B3) 1.044 mg (7%)
Ácido pantotênico (B5) 0.292 mg (6%)
Vitamina B6 0.125 mg (10%)
Vitamina B12 0.00 µg (0%)
Minerais
Cálcio 54 mg (5%)
Ferro 3.42 mg (26%)
Magnésio 82 mg (23%)
Manganês 0.691 mg (33%)
Fósforo 192 mg (27%)
Potássio 585 mg (12%)
Sódio 294 mg (20%)
Zinco 1.50 mg (16%)
Link para a entrada no banco de dados do USDA
Percentuais são relativos ao nível de ingestão diária recomendada para adultos.
Fonte: USDA Nutrient Database

Valor nutricional

[editar | editar código]

Normalmente, o faláfel caseiro é composto por cerca de 35% de água, 32% de carboidratos, 13% de proteínas e 18% de gordura. Em uma porção de referência de 100 gramas, o faláfel caseiro possui 333 calorias e é uma fonte rica (20% ou mais do Valor Diário, VD) de ácido fólico (20% VD), vários minerais dietéticos e fibra alimentar. O faláfel pode ser assado para evitar o alto teor de gordura associado à fritura por imersão.[32][54]

Política

[editar | editar código]

Os debates em torno da importância do prato em diferentes culinárias são um exemplo de nacionalismo culinário.[56] As discussões giram em torno da adoção do prato pela culinária israelense como exemplo de apropriação cultural.[56] A versão à base de grão-de-bico foi incorporada à culinária israelense, onde ocupa um lugar de destaque e é chamada de prato nacional de Israel, designação criticada por palestinos e outros árabes.[21][31]

Referências

[editar | editar código]

Citações

  1. «Faláfel». Michaelis. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2023
  2. «Faláfel». Infopédia. Cópia arquivada em 19 de junho de 2025
  3. «falafel». American Heritage Dictionary (em inglês) 5.ª ed. 2011. Cópia arquivada em 28 de janeiro de 2026
  4. «دیکشنری آنلاین - Dehkhoda dictionary - معنی پلپل». abadis.ir. Consultado em 6 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 6 de março de 2021
  5. «Definition of falafel | Dictionary.com». www.dictionary.com (em inglês). Consultado em 3 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2019
  6. 1 2 Davidson, Alan; Jaine, Tom (2006). The Oxford Companion to Food (em inglês) 2.ª ed. [S.l.]: Oxford University Press. p. 287. ISBN 978-0-19-280681-9. Consultado em 27 de abril de 2010. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  7. 1 2 Habeeb, Salloum (1.º de abril de 2007). «Falafel: healthy Middle Eastern hamburgers capture the West.». Vegetarian Journal (em inglês). Consultado em 16 de fevereiro de 2010. Arquivado do original em 2 de setembro de 2019
  8. Ham, Anthony (2010). Africa (em inglês). Footscray, Victoria: Lonely Planet. p. 199. ISBN 978-1-74104-988-6. Consultado em 19 de julho de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  9. Petrini, Carlo; Watson, Benjamin (2001). Slow food : collected thoughts on taste, tradition, and the honest pleasures of food (em inglês). [S.l.]: Chelsea Green Publishing. p. 55. ISBN 978-1-931498-01-2. Consultado em 6 de fevereiro de 2011
  10. Helman, Anat (2015). Jews and Their Foodways (em inglês). [S.l.]: Oxford University Press. ISBN 978-0-19-049359-2. Consultado em 19 de março de 2023. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2022
  11. Galili, Shooky (4 de julho de 2007). «Falafel fact sheet» (em inglês). Ynet News. Consultado em 6 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 28 de junho de 2011
  12. 1 2 Lee, Alexander (1 de janeiro de 2019). «Historian's Cookbook - Falafel». History Today (em inglês). Consultado em 3 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2021
  13. «A short wrap-up of the history of falafel». ZME Science (em inglês). 21 de julho de 2020. Consultado em 8 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 14 de janeiro de 2021
  14. «The falafel battle: which country cooks it best?». the Guardian (em inglês). 4 de maio de 2016. Consultado em 8 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2021
  15. Wilson, Hilary (1988). Egyptian food and drink. Col: Shire Egyptology (em inglês) 1.ª ed. Princes Risborough: Shire. ISBN 978-0-85263-972-6
  16. Raviv 2003.
  17. Denker, Joel (2003). The World on a Plate: A Tour Through the History of America's Ethnic Cuisine (em inglês). [S.l.]: U of Nebraska Press. p. 41. ISBN 0-8133-4003-9. Cópia arquivada em 28 de janeiro de 2026
  18. 1 2 Solomonov, Michael (2018). Israeli Soul: Easy, Essential, Delicious (em inglês). [S.l.]: Houghton Mifflin. ISBN 9780544970373
  19. Liz Steinberg. «Food Wars: Did Jews Invent Falafel After All?». Haaretz (em inglês). Consultado em 18 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 14 de abril de 2021
  20. Green, Aliza (2004). Beans (em inglês). [S.l.]: Running Press. p. 76. ISBN 978-0-7624-1931-9
  21. 1 2 3 4 5 6 7 Raviv 2003, p. 20.
  22. Kantor, Jodi (10 de julho de 2002). «A History of the Mideast in the Humble Chickpea». The New York Times (em inglês). Consultado em 8 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2020
  23. MacLeod, Hugh (12 de outubro de 2008). «Lebanon turns up the heat as falafels fly in food fight». The Age (em inglês). Consultado em 10 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2008
  24. Marks, Gil (17 de novembro de 2010). Encyclopedia of Jewish Food (em inglês). [S.l.]: HMH. ISBN 978-0-544-18631-6. Consultado em 5 de maio de 2026
  25. 1 2 3 4 5 6 7 Roden 2008, p. 62.
  26. Kelley, Leigh (28 de janeiro de 2010). «Dining with a Middle Eastern flair». Times-News (em inglês). Consultado em 1.º de maio de 2021. Arquivado do original em 1.º de maio de 2021
  27. Allison, Jerry (6 de janeiro de 2009). «Fast food – Middle Eastern style». The News Journal (em inglês). Consultado em 6 de fevereiro de 2011. Arquivado do original em 18 de julho de 2011
  28. M. Conroy, Thomas (2014). Food and Everyday Life (em inglês). [S.l.]: Lexington Books. p. 73. ISBN 9780739173114
  29. Davidson, Alan (2014). The Oxford Companion to Food (em inglês). [S.l.]: Oxford University Press. p. 295. ISBN 9780191040726. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  30. 1 2 Malouf & Malouf 2008, p. 90.
  31. 1 2 Pilcher 2006, p. 115.
  32. 1 2 3 4 Grogan, Bryanna Clark (julho de 2003). «Falafel without fat». Vegetarian Times (em inglês). pp. 20, 22. ISSN 0164-8497. Consultado em 23 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  33. Thorne, Matt; Thorne, John (2007). Mouth Wide Open: A Cook and His Appetite (em inglês). [S.l.]: Macmillan. pp. 181–187. ISBN 978-0-86547-628-8. Consultado em 23 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  34. Perry, Charles (maio de 2007). «Middle Eastern Influences on American Food». In: Smith, Andrew F. The Oxford Companion to American Food and Drink (em inglês). [S.l.]: Oxford University Press, USA. p. 384. ISBN 978-0-19-530796-2
  35. Curtis IV, Edward (2010). Encyclopedia of Muslim-American History, Volume 1 (em inglês). [S.l.]: Infobase Publishing. p. 207. ISBN 978-0-8160-7575-1. Consultado em 23 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  36. Lenhard, Elizabeth (janeiro de 2006). «Cuisine of the Month». Atlanta Magazine (em inglês): 194. Consultado em 23 de fevereiro de 2011
  37. Schmidt, Arno; Fieldhouse, Paul (2007). The World Religions Cookbook (em inglês). [S.l.]: Greenwood Publishing Group. p. 178. ISBN 978-0-313-33504-4. Consultado em 23 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  38. Westmoreland, Susan, ed. (2004). The Good Housekeeping Cookbook (em inglês). [S.l.]: Hearst Books. ISBN 978-1-58816-398-1. Consultado em 23 de fevereiro de 2011
  39. Wolfe, Frankie Avalon (2007). The Complete Idiot's Guide to Being Vegetarian (em inglês). [S.l.]: Penguin Group. pp. 175, 186. ISBN 978-1-59257-682-1. Consultado em 22 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  40. Murphy, Jane (2010). The Great Big Burger Book: 100 New and Classic Recipes for Mouth Watering Burgers Every Day Every Way (em inglês). [S.l.]: ReadHowYouWant.com. p. 304. ISBN 978-1-4587-6463-8. Consultado em 6 de fevereiro de 2011
  41. Berkoff R.D., Nancy (1999). Vegan in volume: vegan quantity recipes for every occasion (em inglês). [S.l.]: Vegetarian Resource. ISBN 978-0-931411-21-2. Consultado em 22 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  42. Leonard, Joanne (outubro de 1996). «New Ways with Falafel: The Middle Eastern favorite has evolved from a high fat sandwich stuffer to a low fat meal magician». Vegetarian Times (em inglês). pp. 36, 38. Consultado em 22 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  43. Whitney, Winona (junho de 1991). «Minute Meals». Vegetarian Times (em inglês). p. 30. Consultado em 23 de fevereiro de 2011
  44. Ayto, John (1990). The glutton's glossary: a dictionary of food and drink terms (em inglês). [S.l.]: Routledge. ISBN 0-415-02647-4. Consultado em 6 de fevereiro de 2011
  45. El-Haddad, Laila M.; Schmitt, Maggie (2016). The Gaza Kitchen: A Palestinian Culinary Journey (em inglês). [S.l.]: Just World Books. ISBN 978-1-68257-008-1. Consultado em 5 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 7 de junho de 2025
  46. Tamimi, Sami; Wigley, Tara (16 de junho de 2020). Falastin: A Cookbook (em inglês). [S.l.]: Clarkson Potter/Ten Speed. ISBN 978-0-399-58174-8. Consultado em 5 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 7 de junho de 2025
  47. «خبر المطاعم الشعبية تُغير شكل مأكولاتها للحفاظ على أرزاقها في رمضان» [Notícia: Restaurantes populares mudam a apresentação dos seus pratos para manter seu sustento durante o Ramadã.]. Palestine Today (em árabe). 2 de junho de 2017. Consultado em 5 de janeiro de 2026
  48. Bittman, Mark (4 de abril de 2007). «For the Best Falafel, Do It All Yourself». The New York Times (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2011. Cópia arquivada em 12 de junho de 2011
  49. Kathrynne Holden. «Fava Beans, Levodopa, and Parkinson's Disease» (em inglês). Consultado em 17 de março de 2013. Cópia arquivada em 22 de julho de 2018
  50. Russ Parsons. «The Long History of the Mysterious Fava Bean» (em inglês). Consultado em 10 de agosto de 2014. Arquivado do original em 29 de outubro de 2020
  51. Cloake, Felicity (19 de fevereiro de 2014). «How to cook the perfect falafel». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077
  52. Marks, Gil (2010). Encyclopedia of Jewish food (em inglês). [S.l.]: John Wiley & Sons. p. 183. ISBN 978-0-470-39130-3. Consultado em 6 de fevereiro de 2011. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  53. Basan, Ghillie (2007). Middle Eastern Kitchen (em inglês). [S.l.]: Hippocrene Books. p. 33. ISBN 978-0-7818-1190-3
  54. 1 2 Winget & Chalbi 2003, p. 33.
  55. Claudia Roden, The Book of Jewish Food: An Odyssey from Samarkand to New York, New York, Knopf, 1997, 688 p. (ISBN 0-394-53258-9), p. 273.
  56. 1 2 Vered, Ronit (13 de junho de 2018). «Israelis or Arabs – Who Owns Falafel - and Does It Matter?». Haaretz (em inglês). Consultado em 12 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 25 de maio de 2026

Bibliografia

[editar | editar código]
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Faláfel

Ligações externas

[editar | editar código]