Glyptodon
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| Ocorrência: Plioceno-Pleistoceno 3,2–0,012 Ma | |||||||||||||||
| Estado de conservação | |||||||||||||||
| Pré histórica | |||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||
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| Distribuição geográfica | |||||||||||||||
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Glyptodon é um gênero de gliptodonte, mamíferos pré-históricos da família Glyptodontidae que habitaram a América do Sul, sendo parentes distantes dos tatus.[1] Seu surgimento data de 3,2 milhões de anos atrás durante o Plioceno e sua extinção ocorreu por volta de 12 mil anos no fim do Pleistoceno ou início do Holoceno.[2]
O nome do gênero Glyptodon deu origem ao nome da família dos gliptodontídeos (Glyptodontidae), significando "dente esculpido" (glyptos=esculpido e odontes=dentes), devido ao formato típico dos dentes destes animais.[1]

Extinção
[editar | editar código]Glyptodon foi extinto no fim do Pleistoceno, cerca de 12 mil anos atrás, no contexto da extinção da megafauna, junto a outros grandes mamíferos contemporâneos que habitavam o continente americano, provavelmente devido a mudanças climáticas, à caça predatória por humanos e à baixa taxa reprodutiva destes grandes mamíferos.[3]
Distribuição
[editar | editar código]Atualmente existem em torno de 7 espécies descritas de Glyptodon, sendo que no Brasil existem apenas registros de duas espécies do gênero, sendo elas[4]:
- Glyptodon reticulatus (com registros no sul do país)[4]
- Glyptodon clavipes (com registros no sudeste, nordeste e norte do país)[4]
No entanto, outras espécies de gliptodontes habitaram o Brasil, mas pertencentes a outros gêneros, como Panochthus e Glyptotherium.[5]
Ver também
[editar | editar código]Referências
- 1 2 Santos, José Darival Ferreira dos (2014). «Estudo do gênero Panochthus Burmeister, 1866 (Mammalia, Xenarthra, Glyptodontidae) do pleistoceno do estado do Rio Grande do Sul, Brasil» (PDF). Dissertação de Mestrado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Geociências. Programa de Pós-Graduação em Geociências. Consultado em 15 de novembro de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 16 de novembro de 2025
- ↑ Zurita, Alfredo E.; Carlini, Alfredo A.; Gillette, David; Sánchez, Rodolfo (março de 2011). «Late Pliocene Glyptodontinae (Xenarthra, Cingulata, Glyptodontidae) of South and North America: Morphology and paleobiogeographical implications in the GABI». Journal of South American Earth Sciences (em inglês). 31 (2-3): 178–185. doi:10.1016/j.jsames.2011.02.001. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2025
- ↑ «Megafauna: giant beasts of Pleistocene South America». Choice Reviews Online. 51 (05): 51–2683-51-2683. 19 de dezembro de 2013. ISSN 0009-4978. doi:10.5860/choice.51-2683
- 1 2 3 Dantas et. al. (2013). «About the occurrence of Glyptodon sp. in the Brazilian intertropical region» (PDF). Quaternary International. Volume 305: 206-208. Consultado em 15 de novembro de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 29 de julho de 2023
- ↑ Araújo & Porpino (2018). «Histological variation in osteoderms Panochthus sp. and Glyptotherium sp.(Xenarthra: Mammalia) from the Brazilian intertropical region» (PDF). Revista Brasileira de Paleontologia 21(2):141-157. Consultado em 15 de novembro de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 14 de fevereiro de 2026