Gutemberg Reis
Gutemberg Reis | |
|---|---|
| Deputado federal pelo Rio de Janeiro | |
| Período | 1 de fevereiro de 2019 até a atualidade |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Gutemberg Reis de Oliveira |
| Nascimento | 9 de setembro de 1979 (46 anos) Duque de Caxias, Rio de Janeiro |
| Nacionalidade | Brasileiro |
| Partido | MDB (2005-presente) |
| Profissão | Político |
Gutemberg Reis de Oliveira (Duque de Caxias, 9 de setembro de 1979) é um empresário[1] e político brasileiro. Foi eleito deputado federal pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) com 54.573 votos. Nascido em Xerém, Casado, Pai, Avô, É irmão dos políticos Washington Reis, Rosenverg Reis e Júnior Reis. e Tio do Atual Prefeito de Duque de Caxias Netinho Reis.
Eleito em 2022, pelo Estado do Rio de Janeiro, Gutemberg Reis 1516,[2]
1,54% de Votos Válidos
133.612 Votos. Onde se tornou uma Força Política da Baixada Fluminense.
Em 19 de março de 2024, Gutemberg Reis foi uma das pessoas indiciadas pela Polícia Federal por fraude em cartões de vacina. Segundo a investigação da Polícia Federal, ele tinha um cartão físico de vacinação contra a Covid-19 com registro da segunda dose da vacina aplicada antes da primeira, além de dados incompatíveis entre os registros físicos e os feitos no sistema do Ministério da Saúde. A Polícia Federal indiciou o parlamentar por inserção de dados falsos em sistema de informações públicas e associação criminosa. O deputado disse que não irá se manifestar até que sua defesa tenha acesso integral ao processo.[3][4]
Referências
- ↑ https://www.diap.org.br/images/stories/profissao-eleitos-2018.pdf
- ↑ «Apuração das Eleições 2022 para presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais». Cópia arquivada em 18 de maio de 2026
- ↑ Márcio Falcão e Daniela Lima (19 de março de 2024). «Bolsonaro, Cid e mais 15 são indiciados pela PF por fraude em cartões de vacina; veja lista». G1. Consultado em 20 de março de 2024
- ↑ Marcelo Parreira, Márcio Falcão e Daniela Lima (20 de março de 2024). «Deputado federal investigado por dados falsos de vacinação tinha cartão com 2ª dose aplicada antes da 1ª». G1. Consultado em 20 de março de 2024