Podemos (Brasil)
Podemos | |
|---|---|
| Sigla | PODE |
| Número eleitoral | 20 |
| Presidente | Renata Abreu[1] |
| Vice-presidente | Pastor Everaldo |
| Secretário-geral | Luiz Cláudio Freire de Souza França |
| Tesoureiro-geral | José Carlos Oliveira Melo |
| Fundação | 5 de março de 1995 (31 anos)[2] |
| Registro | 2 de outubro de 1997 (28 anos)[1] |
| Sede | Lago Sul, Brasília, Distrito Federal[3] |
| Ideologia | |
| Espectro político | centro-direita à direita[9] Visão Independente[10] |
| Ala de juventude | Podemos Jovem[11] |
| Ala negra | Podemos Afro[11] |
| Ala feminina | Podemos Mulher[11] |
| Fusão | Incorporou o PHS e o PSC |
| Membros (2026) | 799.916 filiados[12] |
| Governadores (2026) | 0 / 27 |
| Prefeitos (2024)[13] | 130 / 5 569 |
| Senadores (2026)[14] | 3 / 81 |
| Deputados federais (2026)[15] | 23 / 513 |
| Deputados estaduais (2026) | 39 / 1 024 |
| Vereadores (2024)[16] | 2 314 / 58 026 |
| Parlamento do Mercosul (2025)[17] | 2 / 138 |
| Cores |
|
| Slogan | "Juntos Podemos mudar o Brasil." |
| Página oficial | |
| podemos | |
Podemos (PODE), originalmente chamado Partido Trabalhista Nacional (PTN), é um partido político brasileiro de centro-direita à direita.[18][19][20]
A legenda tem sido comandada pela família Abreu (Dorival de Abreu, José Masci de Abreu e Renata Abreu) desde sua fundação em 1995. O partido originalmente reivindicou linhagem com o Partido Trabalhista Nacional original, que foi proibido em 1965, e com o ex-presidente Jânio Quadros e sua ideologia do Janismo.[2] Em 2016, mudou seu nome para "Podemos" inspirado no lema da campanha de Barack Obama à presidência dos EUA, "sim, nós podemos" (em inglês: "yes, we can"); oficializado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em maio de 2017.[21][22][23] Com a nova identidade, o partido passou a adotar um discurso centrado em maior participação cidadã, transparência na política e democracia direta.[22][23] Apesar do discurso reformista, o Podemos consolidou-se, na prática, como um partido de perfil pragmatista e caráter "pega-tudo",[6] e portanto é considerado parte do Centrão, bloco de partidos centro e centro-direita que priorizam alianças estratégicas ao invés de rigorosidade ideológica.[24]
Em dezembro de 2018, o partido incorporou o Partido Humanista da Solidariedade (PHS).[25] Em 2022, iniciou o processo de incorporação do Partido Social Cristão (PSC), realizando convenção conjunta em dezembro do mesmo ano.[26] Em 16 de junho de 2023, a incorporação foi homologada pelo TSE.[9] Com a incorporação, seu número eleitoral passou a ser 20.[1][27]
Em dezembro de 2025 possuía 799.916 filiados, sendo o nono maior partido brasileiro.[12][14]
História
[editar | editar código]Fundação
[editar | editar código]O PTN foi fundado em 25 maio de 1995, ganhando o registro provisório no mesmo ano.[2] Obteve o registro definitivo em 2 de outubro de 1997,[1] tendo sido dirigido pelo ex-deputado do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB, 1945-1965)[28] Dorival de Abreu.[2] A agremiação pretendia recriar o Partido Trabalhista Nacional (1945-1965), partido que veio a eleger Jânio Quadros e que foi fundado por uma dissidência do PTB getulista.[2]
1998 a 2016
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Nas eleições de 1998, lançou como candidata à presidência sua secretária geral, Thereza Ruiz, obtendo votação superior a 100 mil votos e ficando em 10.º lugar.[29]

Em São Paulo, apresentou o candidato a governador Fred Corrêa nas eleições de 2006 mas foi derrotado ao obter apenas 4.523 votos e ficar em 14.º lugar.[30] Entretanto, elegeu seis deputados estaduais no país.[2]
Entre 2008 e 2012, elegeu 28 prefeitos, 748 vereadores e seis deputados estaduais.[2]
Após o falecimento de Dorival, seu irmão, o ex-deputado federal José de Abreu, dirigiu a legenda até 2013, sendo substituído pela sua filha, a também deputada federal Renata Abreu.
No pleito de 2014, elegeu 4 deputados federais, sendo eles: João Carlos Bacelar Batista (BA), Christiane Yared (PR), Edson Moreira (MG) e Renata Abreu (SP). Na época, também elegeu 14 deputados estaduais mas manteve um desempenho eleitoral pouco significativo.
Devido sua pouca projeção, a sigla que era tradicionalmente trabalhista e nacionalista,[31][32][2] gradualmente acomodou seu programa às novas preferências políticas, passando a também agremiar nomes mais à direita e adotar uma perspectiva conservadora liberal. Nesse liame, com a janela partidária no início do ano de 2016, vários parlamentares trocaram de legenda e o destino de alguns deles foi o PTN que, à época, passou a ter 13 deputados federais. Ainda como PTN, obteve o maior crescimento proporcional no número de prefeituras nas eleições de 2016.[22]
Troca de nome e história recente
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Em maio de 2017, o então "Partido Trabalhista Nacional" foi autorizado a mudar de nome e passou a ser denominado "Podemos".[21] A mudança foi uma tentativa de modernização devido à crise político-econômica de 2014.[33] Baseado em pesquisas e estudos de consultorias, a organização foi renomeada por inspiração no mote "sim, nós podemos" (yes, we can) da campanha de Barack Obama à presidência dos EUA em 2008 e sem qualquer relação com o partido espanhol homônimo. A essa época, a bancada do partido foi caracterizada como de centro-direita com parlamentares conservadores pelo presidente do diretório estadual na Bahia, João Carlos Bacelar Batista, enquanto que a nova organização buscaria o centrismo, segundo seus dirigentes.[34][22][35][36]
Ainda em 2017, passou a ter representatividade no Senado Federal com a filiação de Alvaro Dias, Romário e José Medeiros.
Em virtude da delação da JBS, em 18 de maio do mesmo ano, foi o primeiro partido a abandonar a base aliada do governo Michel Temer, saindo também do bloco partidário do qual integrava ao lado do Progressistas e do Avante (na época chamado de Partido Trabalhista do Brasil, PTdoB), então declarou-se independente em relação ao governo.[37] Posteriormente, fez o mesmo com os deputados estaduais Chiquinho da Mangueira e Jorge Moreira Teodoro por votarem para livrar os colegas Jorge Picciani, então presidente da ALERJ, Paulo Melo e Edson Albertassi da prisão, sendo estes alvos da Operação Cadeia Velha.[38] Por fim, expulsou o deputado Alexandre Baldy após o mesmo aceitar o cargo de ministro das cidades no governo do então presidente Michel Temer.[39]
Como candidato à presidência nas eleições de 2018, lançou Alvaro Dias.[40] Para acompanhá-lo, Paulo Rabello de Castro, um ex-presidente do BNDES e do IBGE, foi escolhido como candidato a vice-presidente.[41] No pleito da campanha, foi defendido um pacto social para refundar a República, o aumento de investimentos nos setores de educação, além de uma reforma tributária e política do país.[42]
Em 21 de dezembro de 2018, incorporou o Partido Humanista da Solidariedade (PHS).[25]
Nas eleições municipais de 2020, elegeu 1.524 vereadores e 99 prefeitos, entre os quais, seu primeiro prefeito de uma capital: Eduardo Braide em São Luís, Maranhão.[43] Em 2021, chegou a filiar importantes nomes, dissidentes do governo de Jair Bolsonaro, como o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro e o general Santos Cruz.[44][45]
Em 2022, o partido conseguiu superar a cláusula de barreira nas eleições gerais.[46]
Em 22 novembro de 2022, foi anunciada a incorporação do Partido Social Cristão (PSC) ao Podemos, para que o primeiro continuasse recebendo o fundo partidário e tivesse acesso ao tempo de propaganda eleitoral na televisão e rádio.[47][48] A convenção conjunta dos partidos, que formalizou a incorporação, foi realizada em 8 de dezembro de 2022.[49][50] Em 16 de junho de 2023, o TSE homologou a incorporação.[9] De início, a incorporação seria uma fusão, com a criação de um novo partido Podemos com o número eleitoral 20.[48] Em 5 de março de 2024 foi oficializada a mudança do número eleitoral, deixando de ser 19 e passando a ser 20.[27]
Ideologia
[editar | editar código]Segundo representantes como sua presidente nacional, Renata Abreu, o Podemos não é de esquerda ou de direita, mas "para a frente", defensor de mais participação popular no processo de tomada de decisões.[34][51][52][53]
O partido defende uma democracia participativa no Brasil, seja através de plebiscitos e referendos (como proposto na PEC 330/2017, de autoria de Renata Abreu, que propõe que a cada eleição o povo possa votar em mais do que candidatos, mas também em temas importantes de interesse da maioria),[54] veto popular (como defende a PEC 331/2017, também de Renata Abreu, que pretende incluir na constituição o direito do povo de vetar leis já aprovadas)[55] ou direito de revogação (conforme propõem a PEC 37/2016, de Alvaro Dias,[56] e a PEC 332/2017, de Renata Abreu).[57]
Na análise clássica das ciências políticas, é definido como sendo de centro-direita por englobar, em sua ideologia, apoio ao liberalismo econômico moderado contrário a medidas como privatização de empresas estratégicas,[58][59][60][4][61] à distribuição de renda,[62][63][64] à política verde,[65][66] à defesa da mulher,[67][68][69] ao voto facultativo, ao desarmamento civil[70][71][72] e a políticas de prevenção ao uso de drogas.[73][74][75] Ademais, por ter adotado uma postura anticorrupção após sua renovação em 2017, é favorável ao fim do Foro Privilegiado, à prisão em segunda instância, à transparência com contas/contratos públicos,[76] à Operação Lava-Jato e contra o aumento do fundo eleitoral e partidário.[77]
Devido às posições e políticas pragmáticas do partido e organização "pega-tudo", muitos cientistas políticos ainda o classificam como membro do Centrão, bloco de legendas de centro e centro-direita caracterizado por alianças pragmáticas e pela busca de influência política dentro dos governos, independentemente de orientação ideológica.[78][79][80]
Organização
[editar | editar código]Parlamentares atuais
[editar | editar código]Senado Federal
[editar | editar código]Líder do Partido
[editar | editar código]| Líder da Bancada do Podemos no Senado | ||
|---|---|---|
| UF | Imagem | Senador |
| PA | Zequinha Marinho* | |
Senadores
[editar | editar código]| Senadores Atuais (3) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Senador (a) | Ref. |
| PA | Zequinha Marinho* | [81] | |
| RN | Styvenson Valentim* | [82] | |
| SP | Giordano* | [83] | |
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
Câmara dos Deputados
[editar | editar código]Líder do Partido
[editar | editar código]| Líder da Bancada do Podemos na Câmara dos Deputados | ||
|---|---|---|
| UF | Imagem | Deputado |
| SP | Rodrigo Gambale | |
Deputados Federais
[editar | editar código]| Deputados Federais Atuais (23) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Deputado (a) | Ref. |
| ES | Gilson Daniel | ||
| GO | Glaustin da Fokus | ||
| MA | Fabio Macedo | ||
| MG | Nely Aquino | ||
| MT | Nelson Barbudo+* | [84] | |
| PB | Romero Rodrigues | ||
| PB | Ruy Carneiro | ||
| PR | Luiz Carlos Hauly | ||
| PR | Felipe Francischini* | ||
| RJ | Sargento Portugal | ||
| RR | Duda Ramos* | [85] | |
| SP | Delegado Palumbo* | [86] | |
| SP | Fernando Marangoni* | ||
| SP | David Soares* | ||
| SP | Antônio Carlos Rodrigues* | [87] | |
| SP | Bruno Lima* | ||
| SP | Bruno Ganem | ||
| SP | Felipe Becari* | [88] | |
| SP | Renata Abreu | ||
| SP | Ribamar Silva+* | [89] | |
| SP | Rodrigo Gambale | ||
| TO | Tiago Dimas | [90] | |
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
Assembleias Legislativas
[editar | editar código]Presidentes
[editar | editar código]| Presidentes de Assembleias Legislativas (1) | ||
|---|---|---|
| UF | Imagem | Presidente |
| MT | Max Russi*[91] | |
Deputados Estaduais
[editar | editar código]| Deputados Estaduais Atuais (39) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Deputado(a) | UF | Deputado(a) |
| AC | André Vale | PE | Fabrizio Ferraz* |
| AC | Fagner Calegário | PE | Gustavo Gouveia* |
| AM | Dermilson Chagas* | PE | Edson Vieira+* |
| AM | Wilker Barreto* | PE | Luciano Duque* |
| AP | Zeneide Costa | PE | Mário Ricardo* |
| AP | Errinelson Pimentel* | PE | Wanderson Florêncio+* |
| DF | Jorge Vianna | PR | Paulo do Carmo* |
| ES | Allan Ferreira+* | RJ | Franciane Motta* |
| ES | Alexandre Xambinho* | RO | Delegado Camargo* |
| ES | Fabrício Gandini* | RR | Renato Silva* |
| ES | Marcos Madureira* | RS | Kaká D'avila* |
| ES | Zé Preto* | RS | Ronaldo Santini |
| GO | Henrique César | ||
| MA | Osmar Filho* | SP | Márcio da Farmácia |
| MG | Zé Reis* | SP | Vitão do Cachorrão* |
| MS | Professor Rinaldo Modesto | SP | Dr. Eduardo Nóbrega |
| MT | Max Russi* | SP | Clarice Ganem |
| MT | Beto Dois a Um* | SP | Ricardo França |
| PA | Bob Fllay* | ||
| PB | Branco Mendes | ||
| PB | Edmilson Soares | ||
| PB | Lindolfo Pires | ||
| PE | Jeferson Timóteo* | ||
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
Prefeitos das Capitais
[editar | editar código]| Prefeitos de Capitais Atuais (4) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Capital | Prefeito |
| AL | Maceió | Rodrigo Cunha+ | |
| RO | Porto Velho | Léo Moraes | |
| SC | Florianópolis | Topázio Neto* | |
| TO | Palmas | Eduardo Siqueira Campos | |
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2024 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são vice-prefeitos que assumiram o mandato. | |||
Número de filiados
[editar | editar código]| Data | Filiados[12] | Crescimento anual | |
|---|---|---|---|
| dez./2006 | 72.742 | — | — |
| dez./2007 | 90.176 | +24% | |
| dez./2008 | 92.836 | +3% | |
| dez./2009 | 88.317 | -5% | |
| dez./2010 | 100.384 | +14% | |
| dez./2011 | 120.826 | +20% | |
| dez./2012 | 127.216 | +5% | |
| dez./2013 | 129.418 | +2% | |
| dez./2014 | 130.312 | +7% | |
| dez./2015 | 139.343 | +7% | |
| dez./2016 | 161.508 | +16% | |
| dez./2017 | 162.123 | +0,4% | |
| dez./2018 | 167.160 | +3% | |
| dez./2019 | 364.394 | +117% | |
| dez./2020 | 415.448 | +14% | |
| dez./2021 | 407.915 | -1,8% | |
| dez./2022 | 405.212 | -0,6% | |
| dez./2023 | 796.441 | +96,5% | |
| dez./2024 | 813.245 | +2,1% | |
| dez./2025 | 799.916 | -1,6% | |
Desempenho eleitoral
[editar | editar código]| Legislatura | Bancada | % | ± |
|---|---|---|---|
| 50ª (1995–1999) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 51ª (1999–2003) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 52ª (2003–2007) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 53ª (2007–2011) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 54ª (2011–2015) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 55ª (2015–2019) |
4 / 513 |
0,77 | |
| 56ª (2019–2023) |
11 / 513 |
2,14 | |
| 57.ª (2023–2027) |
12 / 513 |
2,33 |
Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.
Eleições estaduais
[editar | editar código]| Participação e desempenho do PODE nas eleições estaduais de 2022[93] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos.
Em negrito estão os candidatos filiados ao PODE durante a eleição.
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| Participação e desempenho do PODE nas eleições estaduais de 2018[93] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos (7 governadores e 11 senadores).
Em negrito estão os candidatos filiados ao PODE durante a eleição.
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Eleições presidenciais
[editar | editar código]| Ano | Imagem | Candidato(a) à presidência | Candidato(a) à vice-presidência | Coligação | Votos | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1998 | — | Thereza Ruiz
(PTN) |
Eduardo Gomes
(PTN) |
Sem coligação | 166.138 (0,23%) | 10ª |
| 2010 | Dilma Rousseff
(PT) |
Michel Temer
(PMDB) |
Para o Brasil Seguir Mudando | 55.752.529 (56,05%) | 1ª | |
| 2014 | Aécio Neves
(PSDB) |
Aloysio Nunes
(PSDB) |
Muda Brasil | 51.036.040 (48,36%) | 2ª | |
| 2018 | Alvaro Dias
(PODE) |
Paulo Rabello de Castro
(PSC) |
Mudança de Verdade | 859.574
(0,8%) |
9ª | |
| 2022 | Simone Tebet
(MDB) |
Mara Gabrilli
(PSDB) |
Brasil para Todos
(MDB, Federação PSDB Cidadania e PODE) |
4.915.423
(4,16%) |
3ª |
Referências
- 1 2 3 4 TSE. «Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 25 de maio de 2021. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 «História do Podemos». podemos.org.br. Consultado em 25 de maio de 2021. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
- ↑ «Pelo Brasil». podemos.org.br. Consultado em 25 de maio de 2021. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2025
- 1 2 «Soraya Thronicke filia-se ao Podemos para reforçar bandeiras do partido». podemos.org.br. 28 de junho de 2023. Consultado em 22 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 21 de março de 2025
- 1 2 «Cartilha» (PDF). Podemos. Consultado em 22 de janeiro de 2024. Cópia arquivada (PDF) em 22 de janeiro de 2024
- 1 2 Diadorim, Editor (18 de junho de 2024). «Conheça 10 pré-candidaturas LGBTQIA+ a prefeituras nas eleições de 2024». Agência Diadorim. Consultado em 10 de outubro de 2024. Cópia arquivada em 23 de julho de 2025
- ↑ correspondente, Bruna Borges. «Veja como é o novo partido de Alvaro Dias, o Podemos». Gazeta do Povo. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2024
- ↑ «PODEMOS: Novo partido defende transparência e democracia direta | Mais RO». 21 de junho de 2017. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2022
- 1 2 3 «TSE aprova incorporação do Partido Social Cristão pelo Podemos». 16 de junho de 2023. Consultado em 19 de junho de 2023. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2026
- ↑ Alex Jorge Braga (30 de junho de 2025). «De direita ou esquerda? Veja como partidos políticos se definem no Brasil». Consultado em 2 de julho de 2025. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2026
- 1 2 3 «Estatuto». podemos.org.br. Consultado em 29 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2022
- 1 2 3 TSE. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». Consultado em 8 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 10 de janeiro de 2026
- ↑ g1 (27 de outubro de 2024). «Mapa de Apuração e Resultado do 10 Turno das Eleições de 2025». g1. Consultado em 27 de outubro de 2024. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
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- ↑ Câmara dos Deputados. «Bancada dos partidos». Consultado em 25 de maio de 2021. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2026
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- ↑ «Brazil's 'third way' candidates gear up to challenge Bolsonaro»
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- 1 2 «TSE autoriza PTN a mudar nome para "Podemos"». Tribunal Superior Eleitoral. 16 de maio de 2017. Cópia arquivada em 19 de novembro de 2021
- 1 2 3 4 Pitombo, João Pedro (22 de novembro de 2016). «PTN vai mudar de nome para Podemos, inspirado em Obama». Folha de S.Paulo. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2025
- 1 2 Camarotti, Gerson (21 de março de 2017). «Deputados articulam novo partido para a disputa de 2018». Blog do Camarotti. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2024
- ↑ «Afinal, que partidos integram o Centrão? Pesquisa inédita aponta». Congresso em Foco. 11 de abril de 2024. Consultado em 10 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 9 de julho de 2025
- 1 2 Dantas, Dimitrius (21 de dezembro de 2018). «Podemos incorpora PHS e vira terceira maior bancada do Senado». O Globo. Consultado em 25 de maio de 2021. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2022
- ↑ «Podemos anuncia incorporação do PSC, e partido terá 18 deputados e 7 senadores em 2023». G1. Consultado em 23 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2025
- 1 2 «Nota Oficial – PODEMOS, AGORA, É 20 NA URNA – Podemos». 5 de março de 2024. Consultado em 6 de março de 2024. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2024
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- ↑ «Eleições 1998». tucano.org.br. 2 de fevereiro de 2011. Consultado em 5 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 21 de junho de 2025
- ↑ «Apuração - São Paulo - Governador - 1° turno». Folha de S.Paulo. 9 de novembro de 2006. Consultado em 5 janeiro de 2021. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2024
- ↑ «Folha de S.Paulo - Administração: Para Celso Pitta, PTN ainda crescerá». www1.folha.uol.com.br. 11 de setembro de 1999. Consultado em 22 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2025
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- ↑ «Em meio à crise política, partidos mudam de nome para atrair eleitor». R7. 15 de agosto de 2019. Cópia arquivada em 17 de abril de 2023
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