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Racket

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Racket
ParadigmaMultiparadigma: funcional, procedural , modular, orientada à objetos, lógica, reflexiva, meta
Surgido em1994
Última versão8.12[1] (08-02-2024)
Criado porPLT Inc.
Estilo de tipagemdinâmica, forte, estática
DialetosTyped Racket, Lazy Racket, Scribble, FrTime, mais
Influenciada porScheme, Eiffel[2]
InfluenciouScheme[3]
LicençaLGPL
Página oficialracket-lang.org

Racket (anteriormente denominada PLT Scheme) é uma linguagem de programação multiparadigma que suporta programação funcional e procedural. Pertence a família de linguagens Scheme/Lisp. Um dos objetivos do projeto é servir como uma plataforma para a criação de linguagem, design e implementação.[4][5] A linguagem é utilizada numa variedade de contextos, tais como scripting, programação de uso geral, a educação de ciência da computação e pesquisa.

A plataforma fornece uma implementação da linguagem Racket (incluindo um sofisticado sistema run-time[6] várias bibliotecas, JIT, e mais) juntamente com um ambiente de desenvolvimento chamado DrRacket (anteriormente denominado DrScheme) escrito em Racket ele mesmo.[7] A IDE e um currículo que acompanha a programação são usados no programa de extensão ProgramByDesign, uma tentativa de transformar a computação e programação em "uma parte indispensável do currículo de artes liberais".[8][9] O núcleo da linguagem é conhecido por seu sistema de macro extensivo que permite a criação de linguagens embutidas e específicas de domínio, construções de linguagem, como classes ou módulos, e dialetos distintos de Racket com diferentes semânticas.[10][11][12][13]

Exemplos de código

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Aqui está um programa trivial "Olá mundo":

#lang racket
"Olá mundo!"

A execução deste programa produz o resultado:

"Olá mundo!"

Aqui está um programa um pouco menos trivial:

O resultado deste programa, tal como mostrado em DrRacket
#lang racket
(require 2htdp/image)
(let sierpinski ([n 8])
  (if (zero? n)
    (triangle 2 'solid 'red)
    (let ([t (sierpinski (- n 1))])
      (freeze (above t (beside t t))))))

Este programa, a partir do Racket website, desenha um triângulo de Sierpinski, aninhado em profundidade 8.

Usando a diretiva #lang, um arquivo de origem pode ser escrito em diferentes dialetos do Racket. Aqui está um exemplo do programa de fatorial em Typed Racket, um dialeto de tipagem estática de Racket:

#lang typed/racket
(: fact (Integer -> Integer))
(define (fact n)
  (cond [(zero? n) 1]
        [else (* n (fact (- n 1)))]))

Referências

  1. ↑ Racket blog, Racket v8.12
  2. ↑ Strickland, T.S.; Fellesisen, Matthias (2010). «DLS 2010: Contracts for First-Class Classes» (PDF)
  3. ↑ Sperber, Michael; Dybvig, R. Kent; Flatt, Matthew; Van Straaten, Anton; et al. (2007). «Revised6 Report on the Algorithmic Language Scheme (R6RS)». Scheme Steering Committee. Consultado em 13 de setembro de 2011
  4. ↑ «Welcome to Racket». Consultado em 15 de agosto de 2011
  5. ↑ «Dialects of Racket and Scheme». Consultado em 15 de agosto de 2011
  6. ↑ Flatt; Findler; Krishnamurthi; Felleisen (1999). Programming Languages as Operating Systems (or, Revenge of the Son of the Lisp Machine): International Conference on Functional Programming. [S.l.: s.n.]
  7. ↑ Findler; Clements; Flanagan; Flatt; Krishnamurthi; Steckler; Felleisen (2001). «DrScheme: A Programming Environment for Scheme» (PDF). Journal of Functional Programming
  8. ↑ Felleisen; Findler; Flatt; Krishnamurthi (2004). «The TeachScheme! Project: Computing and Programming for Every Student». Journal of Computer Science Education
  9. ↑ «Overview». Program by Design. Consultado em 17 de agosto de 2011 [ligação inativa]
  10. ↑ «Macros Matter». 3 de maio de 2007. Consultado em 8 de agosto de 2011
  11. ↑ Flatt, M.; Findler, R. B.; Felleisen, M. (2006). «Scheme with Classes, Mixins, and Traits» (PDF). Asian Symposium on Programming Languages and Systems
  12. ↑ Flatt, M.; Felleisen, M. (1998). «Units: Cool Modules for Hot Languages». Programming Language Design and Implementation
  13. ↑ Tobin-Hochstadt, S.; St-Amour, V.; Culpepper, R.; Flatt, M.; Felleisen, M. (2011). «Languages as Libraries» (PDF). Programming Language Design and Implementation

Ligações externas

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