Urso-pardo
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| Urso-pardo | |
|---|---|
| Classificação científica | |
| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Mammalia |
| Infraclasse: | Placentalia |
| Ordem: | Carnivora |
| Família: | Ursidae |
| Subfamília: | Ursinae |
| Gênero: | Ursus |
| Espécies: | U. arctos |
| Nome binomial | |
| Ursus arctos Linnaeus, 1758 | |
| Subespécies | |
O urso-pardo (Ursus arctos) é um mamífero omnívoro da família dos ursídeos. É o urso de mais ampla distribuição geográfica dentre todos os membros vivos de sua família. É um dos maiores carnívoros terrestres da atualidade, rivalizado em tamanho corporal apenas com seu parente próximo, o urso-polar, que é muito menos variável em tamanho e maior devido a isso. Existem várias subespécies reconhecidas, muitas das quais são bem conhecidas em sua área de ocorrência.
O urso-pardo habita em partes da Rússia, Ásia central, China, Canadá, Estados Unidos (principalmente o Alasca), Escandinávia e região dos Cárpatos (especialmente a Romênia), Anatólia e Cáucaso. O urso-pardo é reconhecido como o animal nacional e estadual em vários países europeus.
Embora a população de ursos-pardos tenha encolhido e a espécie tenha enfrentado extinções locais, ainda é considerado um espécie pouco preocupante pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), com uma população total estimada em 200 mil ursos-pardos. A partir de 2012, o urso pardo e o urso negro americano são as únicas espécies da família dos ursídeos que não são classificadas como ameaçadas de extinção pela UICN. No entanto as subespécies da Califórnia, norte africana (urso do atlas) e mexicanas foram caçadas até a extinção no século XIX e início do século XX, e muitas subespécies do sul da Asia sofrem grande risco de extinção. O urso marrom do Himalaia, uma das menores subespécies, está em perigo crítico de extinção, ocupando apenas cerca de 2% de sua distribuição geográfica original e ameaçado pela caça ilegal.
Características de vida
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O urso-pardo é um animal solitário, sabe conviver pacificamente quando existe abundância de alimento. Durante o inverno, ele busca covas e cavernas para entrar em estado de letargia, que pode durar até sete meses. Durante esse período, sua temperatura corpórea cai levemente (32 °C a 35 °C), e sua respiração e batimentos cardíacos diminuem drasticamente de ritmo. Também não come, não urina e não defeca neste período de hibernação utilizando energia apenas de sua gordura acumulada.[3] O urso-pardo vive de 25 a 30 anos (máximo conhecido em estado selvagem é de 34 anos e em cativeiro é de 47 anos). Medem de 1,70 m a 2,50 metros de altura, e cerca de 3 metros em pé.
Características
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O urso pardo é o mais variável em tamanho dentre todos os Ursídeos vivos. Tamanho e peso variam consideravelmente de acordo com a subespécie, ou sazonalmente, em vista de que quando saem da hibernação na primavera estão relativamente magros, devido a falta de forrageamento durante a letargia, ou quando estão na época de acúmulo de gordura, para se preparar para a hibernação. portanto, um urso pardo deve ser pesado na primavera e no outono para se ter uma ideia de seu peso médio anual.
Em média um urso pardo adulto tem um comprimento total (incluindo a cauda), de 1,4 a 2,8 e uma altura no ombro de 70 cm a 1,53 m, sua cauda é curta como na maioria dos ursos, variando entre 6 a 22 cm de comprimento. O peso médio de ursos machos adultos de 19 populações de todo mundo e várias subespécie (incluindo de grande e pequeno porte) foi de 217 kg, enquanto para as fêmeas adultas de 24 populações foi de 152 kg. O urso-de-Kodiak que vive no Alasca, é geralmente muito maior, o maior espécime tinha cerca de 751kg.[4]
Dieta
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O urso-pardo é um animal omnívoro. Sua dieta abrange vários tipos de alimentos, incluindo aves, reptéis, anfíbios, mariposas, larvas, frutas, frutas silvestres, legumes, mel, peixes, carniça, invertebrados, pequenos roedores, focas e grandes animais como cavalos, vacas, porcos, bodes, antílopes e cervos como os alces e renas, além de restos de alimentos que são encontrados em piqueniques ou em lixos, como fazem os gatos, guaxinins, cães de rua e cães ferais. Normalmente, evitam a presença de seres humanos, mas, uma vez que um urso-pardo equaciona homem igual a fonte de alimento, seja se alimentando de lixo ou sendo alimentado por turistas, ele pode se tornar um animal perigoso. Animais que desenvolvem hábitos alimentares dependentes da presença humana acabam normalmente sendo mortos pelas autoridades.
Ecologia
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O urso-pardo (Ursus arctos) é um animal de hábito predominantemente solitário, reunindo-se apenas durante a época reprodutiva ou em áreas de grande abundância de alimento, como rios onde ocorre a migração de salmões. É um mamífero de atividade principalmente crepuscular e noturno, embora possa permanecer ativo durante o dia em regiões pouco perturbadas pelo ser humano.
A espécie ocupa uma grande variedade de habitats, incluindo florestas temperadas e boreais, taiga, tundra, pradarias, regiões montanhosas e áreas costeiras. Sua dieta é onívora, composta principalmente por frutos, bagas, raízes, gramíneas, sementes, fungos, insetos, peixes, carcaças e mamíferos de pequeno e médio porte. Em algumas regiões, especialmente no Alasca e na Península de Kamchatka, grandes concentrações de indivíduos podem ser observadas durante a migração dos salmões.
Durante o outono, os ursos entram em um período de hiperfagia, aumentando significativamente o consumo de alimentos para acumular reservas de gordura. Em populações de regiões frias, essas reservas permitem a entrada em um estado de hibernação durante o inverno, no qual o metabolismo diminui consideravelmente. Em áreas de clima mais ameno, algumas populações podem permanecer ativas durante todo o ano.
O urso-pardo desempenha um importante papel ecológico como dispersor de sementes, consumidor de carcaças e regulador de populações de diversas espécies, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas onde ocorre.
Em Portugal
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O urso pardo, provavelmente extinguiu-se entre o século XVII e XIX embora no século XX alguns foram vistos temporariamente, vindos das serras de Espanha. O último urso foi abatido, numa montaria de populares a 2 de dezembro de 1843, na Serra da Mourela, no Gerês; o corpo do animal foi depois levado para Montalegre, para ser exibido. Esse urso seria já um animal errante, que se aventurou para o lado de cá da fronteira (ainda hoje há uma população considerável no norte de Espanha). Enquanto espécie com uma população reprodutora em Portugal ter-se-á extinguido por volta do século XVII.
Em 2005 foram encontradas pegadas de urso-pardo em Peña Trevinca a apenas cerca de 20 km de Portugal (Parque Natural de Montesinho). Acredita-se que durante os últimos anos, o êxodo rural, o aumento da área de carvalhal e do número de ungulados selvagens, foi favorável à expansão do urso-pardo, nesta região da Península Ibérica.
Ramón Grande Del Brio refere-se a Portugal, na sua obra (1994-2000) «Informe sobre el oso pardo y las montañas Galaico-Leonesas»: «Parece inegável o perigo que representa para os ditos plantígrados uma dispersão excessiva em áreas boscosas nas províncias de León, Ourense, Zamora e possivelmente também, de alguns pontos do Norte de Portugal.
Parece então plausível colocar a possibilidade de o urso-pardo por vezes, entrar em Portugal, uma vez que um urso-pardo pode percorrer em um só dia mais de 20 km.
Em 2010, depois de uma alteração legal, foram recolhidos três ursos-pardos que estavam a ser usados numa companhia de circo em Marco de Canaveses. Por estarem a viver em condições pouco dignas foram entregues à ADFP de Miranda do Corvo que lhes preparou casa no Parque Biológico da Serra da Lousã, distrito de Coimbra. Estão instalados a partir da Páscoa de 2011.
Conservação
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O urso-pardo é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) como uma espécie pouco preocupante (Least Concern), devido à sua ampla distribuição geográfica e ao elevado número de indivíduos em estado selvagem.[5] Estima-se que existam mais de 200 000 indivíduos distribuídos pela América do Norte, Europa e Ásia, tornando-o uma das espécies de urso mais abundantes do mundo.
Embora a situação global da espécie seja considerada estável, diversas populações regionais encontram-se ameaçadas pela perda e fragmentação do habitat, expansão agrícola, mineração, construção de estradas, caça ilegal e conflitos com seres humanos. Em algumas regiões, a perseguição histórica levou à extinção local do urso-pardo, principalmente em partes da Europa Ocidental, do Norte da África e do Oriente Médio(Também bastante o Sul da América do Norte.)
Graças à criação de parques nacionais, reservas naturais e leis de proteção, diversas populações voltaram a crescer nas últimas décadas. Países como Suécia, Finlândia, Romênia, Eslovênia, Croácia, Eslováquia, Estados Unidos e Canadá abrigam populações relativamente estáveis e continuam realizando programas de monitoramento e manejo da espécie.
Entretanto, pequenas populações permanecem vulneráveis, especialmente aquelas isoladas nos Pirenéus, nos Apeninos, na Cordilheira Cantábrica, no Himalaia e em algumas regiões da Ásia Central, onde o isolamento reduz a diversidade genética e dificulta sua recuperação.
As principais ameaças atuais incluem:
- destruição e fragmentação do habitat;
- caça ilegal;
- conflitos com pecuaristas e agricultores;
- atropelamentos em rodovias e ferrovias;
- redução da disponibilidade de alimento causada pelas mudanças climáticas e pela atividade humana.
Em várias regiões onde a espécie voltou a ocupar parte de sua distribuição histórica, programas de educação ambiental e compensação financeira por ataques ao gado têm contribuído para reduzir os conflitos entre humanos e ursos, favorecendo a coexistência entre ambos.
Reprodução
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Os ursos-pardos possuem reprodução sazonal, com o período de acasalamento ocorrendo geralmente entre maio e julho. Durante essa época, os machos procuram fêmeas reprodutivamente ativas e podem competir entre si pelo acesso às parceiras. A espécie apresenta implantação tardia, na qual o embrião permanece em estado de dormência por vários meses antes de continuar seu desenvolvimento.[6]
A gestação dura aproximadamente 180 a 270 dias, incluindo o período de implantação tardia. O nascimento ocorre normalmente durante o inverno, enquanto a fêmea está em sua toca. As ninhadas geralmente possuem de um a quatro filhotes, sendo dois o número mais comum. Os filhotes nascem pequenos, cegos e dependentes da mãe, permanecendo protegidos na toca durante os primeiros meses de vida.[7]
A fêmea cuida sozinha dos filhotes, fornecendo proteção e alimento até que eles desenvolvam independência. Os jovens permanecem com a mãe por cerca de um ano e meio a três anos, aprendendo habilidades de sobrevivência, como localizar alimento e evitar ameaças. Após a separação dos filhotes, a fêmea pode voltar a reproduzir-se novamente.[8]
Os machos não participam do cuidado parental. A maturidade sexual ocorre geralmente entre 4 e 8 anos de idade, embora possa variar conforme a população e as condições ambientais.[8]
Subespécies
[editar | editar código]Existe debate entre os taxonomistas sobre o número de subespécies de urso-pardo existentes. A lista a seguir contém + de 23 subespécies, incluindo extintas (indicadas pelo símbolo †), embora algumas delas não sejam amplamente reconhecidas pela comunidade científica. Apenas 16 foram consideradas por Wilson e Reeder, no livro Mammal Species of the World.[9]
- Ursus arctos arctos — Urso-pardo-europeu
- Ursus arctos alascensis — Urso-pardo-do-alasca
- Ursus arctos beringianus — Urso-pardo-de-kamchatka
- †Ursus arctos californicus — Urso-dourado-da-califórnia
- Ursus arctos collaris — Urso-pardo-siberiano
- †Ursus arctos crowtheri — Urso-do-atlas
- Ursus arctos dalli — Urso-pardo-de-dall
- Ursus arctos gobiensis — Urso-de-gobi
- Ursus arctos gyas — Urso-pardo-da-península-do-alasca
- Ursus arctos horribilis — Urso-cinzento ou urso-grizzly
- Ursus arctos isabellinus — Urso-pardo-do-himalaia
- Ursus arctos lasiotus — Urso-pardo-de-ussuri
- Ursus arctos marsicanus — Urso-marsicano
- Ursus arctos middlendorffi — Urso-de-kodiak
- †Ursus arctos nelsoni — Urso-cinzento-mexicano
- †Ursus arctos priscus — Urso-pardo-da-estepe
- Ursus arctos pruinosus — Urso-azul-tibetano
- Ursus arctos sitkensis — Urso-pardo-de-sitka
- Ursus arctos stikeenensis — Urso-pardo-de-stickeen
- Ursus arctos syriacus — Urso-siríaco
- †Ursus arctos ungavaesis — urso-pardo-de-ungava
- Ursus arctos yesoensis — Urso-pardo-de-hokkaido
- Ursus arctos arctos — Urso-pardo-europeu
- Ursus arctos alascensis — Urso-pardo-do-alasca
- Ursus arctos beringianus — Urso-pardo-de-kamchatka
- †Ursus arctos californicus — Urso-dourado-da-califórnia
- Ursus arctos collaris — Urso-pardo-siberiano
- †Ursus arctos crowtheri — Urso-do-atlas
- Ursus arctos dalli — Urso-pardo-de-dall
- Ursus arctos gobiensis — Urso-de-gobi
- Ursus arctos gyas — Urso-pardo-da-península-do-alasca
- Ursus arctos horribilis — Urso-cinzento ou urso-grizzly
- Ursus arctos isabellinus — Urso-pardo-do-himalaia
- Ursus arctos lasiotus — Urso-pardo-de-ussuri
- Ursus arctos marsicanus — Urso-marsicano
- Ursus arctos middlendorffi — Urso-de-kodiak
- †Ursus arctos nelsoni — Urso-cinzento-mexicano
- †Ursus arctos priscus — Urso-pardo-da-estepe
- Ursus arctos pruinosus — Urso-azul-tibetano
- Ursus arctos pyrenaicus — Urso-pardo-ibérico
- Ursus arctos sitkensis — Urso-pardo-de-sitka
- Ursus arctos stikeenensis — Urso-pardo-de-stickeen
- Ursus arctos syriacus — Urso-siríaco
- †Ursus arctos ungavaesis — urso-pardo-de-ungava
- Ursus arctos yesoensis — Urso-pardo-de-hokkaido
Hibridização com o Urso-polar
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Embora raros na natureza, cruzamentos entre o urso-pardo (Ursus arctos) e o urso-polar (Ursus maritimus) são possíveis, pois ambas as espécies pertencem ao gênero Ursus e compartilham um ancestral comum relativamente recente. Esses híbridos são férteis e podem ocorrer naturalmente em áreas onde as distribuições das duas espécies se sobrepõem, especialmente no norte do Canadá, fenômeno que se tornou mais frequente devido às mudanças climáticas e ao deslocamento do habitat do urso-polar.
O híbrido é conhecido em inglês como grolar bear ou pizzly bear e apresenta características intermediárias entre as duas espécies, incluindo pelagem de coloração creme a castanho-claro, pescoço alongado semelhante ao do urso-polar e a corcova muscular típica do urso-pardo.
Cultura
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Os ursos são um tema popular na arte, literatura, folclore e mitologia. A imagem da mãe ursa era prevalente nas sociedades da América do Norte e Eurásia, com base na devoção e proteção da fêmea aos seus filhotes. As primeiras pinturas rupestres de ursos ocorreram no Paleolítico, com mais de cem pinturas registradas. Os ursos-pardos frequentemente são retratados como "fofos" na literatura da Europa e da América do Norte, em particular na infantil. Em "Cachinhos Dourados e os Três Ursos", uma história inglesa, os Três Ursos normalmente são representados como ursos-pardos.
O Urso Russo é uma personificação nacional comum da Rússia, bem como da antiga União Soviética e do Império Russo, apesar do país não ter nenhum animal nacional designado oficialmente. O ursinho Misha foi o mascote dos Jogos Olímpicos de Moscou de 1980. A série de desenho animado "Masha e o Urso", baseada em um conto de fadas do folclore russo, é um sucesso mundial de público.[10]
Ver também
[editar | editar código]- Urso de pelúcia
- Cachinhos dourados e os 3 ursos
- Livro da selva
- Onikuma (um urso demônio da Mitologia japonesa)
- Zé Colmeia (um desenho da hanna barbera)
- Masha e o urso (Desenho animado)
- Grizzy and the lemmings
- Urso grollar (um urso híbrido)
- Ursa maior e ursa menor
Notas
- ↑ Populations of Bhutan, China, Mexico and Mongolia are included in Appendix I. All other populations are included in Appendix II.
Referências
- ↑ McLellan, B. N.; Proctor, M. F.; Huber, D.; Michel, S. (2017). «Ursus arctos». Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. 2017: e.T41688A121229971. doi:10.2305/IUCN.UK.2017-3.RLTS.T41688A121229971.en
. Consultado em 19 de novembro de 2021 - ↑ «Appendices | CITES». cites.org. Consultado em 14 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2017
- ↑ LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica. Worth Publishers, 3a. ed. 2002.
- ↑ http://www.sekj.org/PDF/anzf36/anzf36-093p.pdf
- ↑ «Ursus arctos». International Union for Conservation of Nature. Consultado em 5 agosto 2026
- ↑ Craighead, John J.; Sumner, John S.; Mitchell, John A. (1998). The Grizzly Bears of Yellowstone: Their Ecology in the Yellowstone Ecosystem, 1959–1992. [S.l.]: Island Press
- ↑ Servheen, Christopher (1999). Bears: Status Survey and Conservation Action Plan. [S.l.]: IUCN/SSC Bear Specialist Group
- 1 2 «Ursus arctos». International Union for Conservation of Nature. 2017
- ↑ «Mammal Species of the World - Browse: arctos». www.departments.bucknell.edu. Consultado em 12 de novembro de 2023
- ↑ Branquinha, Isabel (9 de agosto de 2025). «Sucesso mundial, espetáculo infantil "Masha e o Urso: Missão no Circo" estreia em São Paulo e inicia turnê nacional». Foyer. Consultado em 17 de outubro de 2025


