Retirem tudo o que eu disse. I'm not a little bit Clementine. I'm not a little bit Charlotte, nada disso. I'm Definitely, Maybe, Will Hayes.
Assisti ontem e, definitely, maybe, acho que é o melhor filme que já vi na vida. Mentira, não é. Mas certeza que é o filme certo pro momento certo. Tão, tão, tão, tão certo. Acertar, errar, cair, levantar, começar tudo de novo e jogar miojo na televisão. Conformar-se por desespero. Dúvidas, incertezas e um monte de cagadas baseadas naquilo que a gente acha que é o "certo".
Sendo que ninguém sabe o que diabos é isso. No fundo todo mundo só quer ser um pinguim.
Alguém peloamordedeus me ensine a baixar vídeos (sim, sou retardada e ainda não sei), porque eu quero assistir todo dia. Pra me lembrar que fazer cagada é muito normal.
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terça-feira, janeiro 20, 2009
Definitely, Maybe
segunda-feira, setembro 08, 2008
Al Gore e os zumbis
Curitiba é uma cidade phyna e se orgulha disso. Suas ruas são arborizadas, as pessoas recolhem MESMO o cocozinho do cachorro e eu nunca vi ninguém jogando lixo na rua, sequer cuspindo. Tem cartazes espalhados mandando você separar o lixo e latas de coleta seletiva em todo o lugar.
Sendo eu uma pessoa extremamente influenciável e sensível à pressão, aprendi a separar o lixo orgânico do não orgânico, pelo menos. Não tenho ainda cinco lixeiras diferentes em casa, mas já cogito. Tenho pensado no filhote do filhote que ainda vai nascer.
Daí tava passando o filme do Al Gore na HBO no meio do feriadão. É aquele tipo de coisa que eu sempre senti a obrigação de ver, menos pela preocupação ambiental e mais pela pose cinéfila wannabe (todo mundo viu, hello). Vamos ver então, qual a parcela de culpa que me cabe na destruição do planeta. Dormi no meio do terceiro slide.
Dormi gostoso, sonhei com uma nova raça de zumbis, que embora comesse seres humanos, andava normalmente e era muito mais inteligente, então não era atacada pelos zumbis comuns, por também ser zumbi, e assim dominava todos os humanos não zumbis. E eu fazia parte dessa raça dominante, portanto não precisava temer os outros zumbis. Acordei extremamente revivogarada, sem me lembrar de uma única palavra de Al. HBO exibia Terra dos Mortos, ao qual assisti todinho, com uma fronha semi-enfiada na cabeça e gritando a cada 3 minutos.
Me parece muito mais realista fazer parte de uma raça evoluída de zumbis do que contribuir para o salvamento do planeta. Muito, muito triste. Me sinto mal pelo Al. Ele parece boa pessoa e eu não pretendo mordê-lo quando me tornar um zumbi.
Sendo eu uma pessoa extremamente influenciável e sensível à pressão, aprendi a separar o lixo orgânico do não orgânico, pelo menos. Não tenho ainda cinco lixeiras diferentes em casa, mas já cogito. Tenho pensado no filhote do filhote que ainda vai nascer.
Daí tava passando o filme do Al Gore na HBO no meio do feriadão. É aquele tipo de coisa que eu sempre senti a obrigação de ver, menos pela preocupação ambiental e mais pela pose cinéfila wannabe (todo mundo viu, hello). Vamos ver então, qual a parcela de culpa que me cabe na destruição do planeta. Dormi no meio do terceiro slide.
Dormi gostoso, sonhei com uma nova raça de zumbis, que embora comesse seres humanos, andava normalmente e era muito mais inteligente, então não era atacada pelos zumbis comuns, por também ser zumbi, e assim dominava todos os humanos não zumbis. E eu fazia parte dessa raça dominante, portanto não precisava temer os outros zumbis. Acordei extremamente revivogarada, sem me lembrar de uma única palavra de Al. HBO exibia Terra dos Mortos, ao qual assisti todinho, com uma fronha semi-enfiada na cabeça e gritando a cada 3 minutos.
Me parece muito mais realista fazer parte de uma raça evoluída de zumbis do que contribuir para o salvamento do planeta. Muito, muito triste. Me sinto mal pelo Al. Ele parece boa pessoa e eu não pretendo mordê-lo quando me tornar um zumbi.
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