Um leitor ficou intrigado com uma tirinha de Calvin e Haroldo e resolveu escrever uma carta para autor, Bill Watterson, nos anos 80. E não é que ele respondeu?
"Caro Todd,
Obrigado pela sua carta. Aqui vão algumas dicas gerais sobre tirinhas que eu tentei fazer acessíveis para pessoas de todos os níveis. Espero que elas se apliquem ao seu trabalho.
1. O material não é importante, desde que o seu trabalho seja reproduzido claramente. É o que você faz COM o material que conta.
2. Acho que personagens são mais importantes que piadas. Qualquer cartunista pode ser capaz de criar situações engraçadas, mas as melhores tiras têm personagens redondos e complexos com os quais os leitores se importam. Personagens de quadrinhos deveriam ser mais do que manequins para se fazer uma piada.
3. Não imite outras tiras. Editores procuram algo novo e original.
4. Mais importante, divirta-se com o seu trabalho e treine a escrita e o desenho o máximo que puder.
Completam-se, em dezembro, 60 anos da primeira aparição de James Dean na televisão. Foi também o primeiro trabalho pago dele como ator. E era um comercial da Pepsi!
Um tempinho atrás, a marca de jeans Lee foi bem esperta e usou a foto abaixo - um teste de guarda-roupa para Assim Caminha a Humanidade - e um anúncio no Japão. Achei foda.
Barack Obama foi ao programa The View e disse não saber quem a Snooki, do reality show Jersey Shore, era. Mas aí o site Gawker resgatou uma piadinha que o presidente norte-americano fez em maio passado. E aí, Obama, vê ou não vê?
Dan Aykroyd como Zé Colmeia e Justin Timberlake como Catatau aparentemente não vão dar conta de salvar o filme Yogi Bear. Estreia em dezembro, nos EUA.
As edições especiais da GQ sobre comédia sempre são muito boas, mas a deste ano está particularmente incrível. Um dos feitos da revista foi juntar os diretores John Landis (Um Lobisomem Americano em Londres, Os Irmãos Cara de Pau), Edgar Wright (Todo Mundo Quase Morto, Scott Pilgrim), Judd Apatow (O Virgem de 40 Anos), Todd Phillips (Se Beber Não Case) e Adam McKay (O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy) para um debate sobre o que é sempre engraçado.
GQ: John, acho que o resto de nós nesta mesa crescemos com os seus filmes, especialmente O Clube dos Cafajestes. Você tinha noção de que a comédia poderia ser algo perigoso e subversivo?
Landis: Perigoso? Não sei. Subversivo? Eu esperava que sim. Eu tentei. O gênio em O Clube era Doug Kenney, que era muito brilhante, muito autodestrutivo. Kenney foi um dos fundadores do National Lampoon mas em certo momento ele quis ganhar uma grana e se aposentar, comprar uma casa nos Hamptons. [O editor] Matty Simmons sabia que ele era o cara mais brilhante de lá, então disse: 'você não pode sair. Vamos fazer um filme!'. Então, Doug escreveu o rascunho de um filme chamado Laser Orgy Girls, que era sobre garotas colegiais fodendo. Matty leu e ficou meio chocado. Ele disse: 'Por que não chamamos o Harold Ramis?'. O primeiro roteiro deles era sobre o Charles Manson no colegial e, na verdade, era bom para caralho. Tinha uma abertura incrível, que começava do lado de fora da [cadeia] San Quentin. A câmera entra pela janela, pelas paredes, pelas grades, e chega às profundezas da cadeia. Lá está o Manson, com uma camusa de força, cela com paredes acolchoadas, suástica cravada na testa, e ele olha para cima e diz: 'Está quente aqui ou eu que estou maluco?'.(...)
Acho que as melhores coisas do filme foram a trilha e a fotografia. Eu queria que fosse granulada e escura. Você perguntou sobre perigo. Vou te contar uma história: 'Quando mostrei o filme pela primeira vez a Ned Tanen, o presidente da Universal, ele parou a exibição depois da cena do bar de negros - parou e saiu correndo. Um tempinho depois, recebi um comunicado dizendo que deveríamos cortar toda a parte da viagem até o bar. 'Haverá revolta! Motins!'. Então mostramos o filme para o Richard Pryor. E o Richard mandou uma nota escrita a mão, em papel azul: 'Ned, O Clube dos Cafajestes é engraçado pra caralho e os brancos são doidos.' E foi por isso que conseguimos terminar o filme."
A foto lá de cima é um print da minha cena preferida no filme (e, na real, minha cena favorita na história da comédia).Ela está no YouTube e tem uma performance impagável de John Belushi.
Alguém pergunta, na lata, se o Jô Soares é gay. Para crédito do apresentador, ele poderia ter mandado cortar esse trecho do programa. Não se saiu muito bem na resposta, mas pelo menos tentou ser engraçado.
A entrevista da GQ (edição de agosto) com o Bill Murray nem precisava ser boa. Essa ilustração feita pelo Daniel Clowes já seria o suficiente. Mas o pior é que, além disso, a conversa é boa. Dá para ler no site da revista.
Já estão dizendo que esse Monsters é o Distrito 9 deste ano. Dá para juntar num pacote de "invasão alienígena" que vem por aí, com Área 51, Battle: Los Angeles, Super 8, a série de TV Fallen Skies e... Paul?
Voltando a Monsters: o filme passou pelo South by Southwest e acabou conseguindo distribuição nos Estados Unidos, com estreia marcada para outubro, no Halloween.
O Twitter do Foo Fighters liberou a foto acima, de um encontro dos ex-Nirvana Dave Grohl e Krist Novoselic. Como a foto tem como fundo um estúdio - e o FF está se preparando para gravar um disco novo -, já começaram os boatos de que Novoselic participaria do álbum
Uma outra ceninha de Scott Pilgrim vs. the World foi liberada nos últimos dias, mas eu tinha me esquecido de colocar aqui. Essa é legal porque já mostra uma leve diferença entre o final da saga nos quadrinhos, em Scott Pilgrim's Finest Hour, e o da telona:
Marilyn Manson se sentiu rebaixado ao ver o filme Atividade Paranormal. Segundo o músico, ele já passou por experiências "mais assustadores e mais críveis".
O depoimento foi dado ao programa Celebrity Ghost Stories, do canal Biography, que já encheu a telinha com histórias de gente como Joan Rivers, David Carradine, Eric Roberts, Dee Snider, Corey Feldman e Alice Cooper. Só gente que tem credibilidade.
Anna Paquin, a Sookie de True Blood, foi ao programa de Chelsea Handler falar sobre a dificuldade de se gravar a série ao lado de lobos de verdade na terceira temporada.
Mas eu gostei mesmo da Chelsea elogiando a postura da atriz, no fim da entrevista.
Finalmente chegaram à internet as imagens do show em homenagem a Paul McCartney realizado na Casa Branca, com participações de vários astros da música. Acima, por exemplo, Jack White canta "Mother Nature's Son", que os Beatles lançaram no álbum The Beatles, em 1968. E ainda encaixa "That Would Be Sonething", do primeiro álbum solo de Macca, no fim da performance. Impecável.
Nicki Minaj, 25, está em todos os lugares: nos álbuns de Christina Aguilera (em "Woohoo"), Mariah Carey ("Up Out My Face"), Usher ("Lil' Freak") e é contratada de Lil Wayne, na gravadora Young Money.
Depois de quatro mixtapes, o primeiro disco dela deve sair em novembro deste ano. "Your Love", do clipe acima, é o segundo single. Se a faixa soar conhecida, a culpa é do sample de "No More I Love You's", gravada por Annie Lennox. E o diretor do vídeo é o Hype Williams.
Li Scott Pilgrim's Finest Hour, o sexto e último volume da série do quadrinista Bryan Lee O'Malley, lançado nos Estados Unidos ontem. Sem estragar muito a surpresa, dá para dizer que é bem mais filosófico que os anteriores. Às vezes chega a parecer uma grande metáfora sobre autoconhecimento. Ou seja, apesar de ter grandes momentos de ação, no geral é uma parte bem mais calminha da história.
Em 1969, durante as gravações do projeto que se chamava Get Back (e que, depois, acabou virando o disco Let It Be), os Beatles ameaçaram tocar a música "In the Middle of an Island", composta por Nick Acquaviva e Ted Varnick no fim dos anos 50 e gravada por Tony Bennett, "Tennessee" Ernie Ford e King Brothers em 1957 (sim, os três gravaram a faixa no mesmo ano - e os três tiveram sucesso com ela).
A música insistia em aparecer nas jams dos Beatles, puxada por John Lennon. Algumas vezes era inserida no meio de outras músicas, como "Don't Be Cruel" ou "Deed I Do".
O mais curioso é que, na versão que você ouvir aqui acima, Lennon tascou uma referência - que não está na original - à bossa nova na letra. No livro que originalmente acompanhava o Let It Be havia até uma referência a isso, como você pode ver na reprodução abaixo.
E teve também a piração do Paul McCartney na bossa, mas essa história fica para uma outra hora.
M. Night Shyamalan já foi considerado um dos grandes talentos de sua geração, mas deve ser muito difícil estar na pele dele atualmente. Desde A Dama na Água, o diretor virou piada - e não só em Hollywood, mas também para o público.
Duvida? Olha o vídeo qua anda circulando por aí e que mostra a reação da plateia de um cinema à exibição do noome de Shyamalan no trailer de Devil, produção dele:
E olha a pergunta que ele teve de enfrentar durante uma passagem pelo México, promovendo O Último Mestre do Ar:
Todo o papo sobre o tal disco voador que parou um aeroporto na China me lembrou do documentário independente The Secret NASA Transmissions - The Smoking Gun, de 2000, que revelou supostas transmissões secretas da agência espacial norte-americana. Dá para ver na internet:
Tem até uma imagem de "algo" saindo de São Paulo.
Mas há um problema básico nisso tudo: o filme está hospedado no Google Video há alguns anos. E, segundo dizem por aí, o Google é do governo norte-americano. E agora? O que acontece quando duas teorias de conspiração trombam de frente?
Para comemorar o lançamento de Scott Pilgrim's Finest Hour (e a Comic Con, ao mesmo tempo), a editora Oni Press lançou uma série de camisetas, pôsteres e outros objetos do personagem e seus companheiros. Clique na imagem acima para ver tudo com detalhes.
Finest Hour é o sexto e último livro da série, e chega às lojas norte-americanas na terça-feira (20).
Uma das performances da cantora Pink deu errado durante um show em Nuremberg, na Alemanha, fazendo com que ela fosse arremessada do palco em direção à barricada.
Pink tentou avisar a equipe que havia algo errado com os cabos que a prendiam, mas foi ignorada. Depois da queda ela soltou um "porra, essa doeu pra caralho" e subiu de volta para avisar que teria de ir a um hospital.
Katie Holmes viverá Jacqueline Kennedy na minissérie The Kennedys, do History Channel. Greg Kinnear será John Kennedy.
Serão oito horas contando a história da família, na primeira produção roteirizada do canal, que é especializado em documentários. Quem comanda o projeto é Joel Surnow, o criador de 24 Horas.
Nos quadrinhos, um dos grandes conflitos de Scott Pilgrim é a dúvida entre a adolescente Knives Chau e "vivida" Ramona Flowers. O vídeo acima mostra como a adaptação cinematográfica Scott Pilgrim Vs. the World lida com a questão.
O filme estreia em 13 de agosto, nos EUA (15 de outubro por aqui).
Ah, e não custa lembrar: Scott Pilgrim's Finest Hour - sexta e último volume da HQ - será lançado daqui a quatro dias na terra do Tio Sam. Por aqui, o volume que junta as partes três e quatro deve sair em setembro.
The Social Network, de David Fincher, ganhou um trailer completo, agora com imagens do filme (os anteriores só tinham texto e som). O filme estreia em dezembro (no Brasil) e no vídeo dá para ver até a participação do cantor Justin Timberlake, ao lado do protagonista Jesse Eisenberg (Zumbilândia, Férias Frustradas de Verão).
É possível que você não conheça Bruno Mars, mas talvez já tenha ouvido a voz dele. Ele canta em "Right Round", do Flo Rida, "Nothin' on You", do B.o.B., e "Billionaire", de Travie McCoy (que ganhou versão em português, gravada pela Claudia Leitte como "Famo$a"). Mais do que isso, ele coescreveu e coproduziu o megahit "Wavin' Flag", canção de K'naan adotada pela Coca-Cola como tema da Copa do Mundo 2010.
O clipe acima, "The Other Side", que tem participações do B.o.B. e de Cee-Lo Green, faz parte do único lançamento solo do cantor, o EP It's Better If You Don't Understand (que saiu em maio e tem quatro faixas).
Foi liberado o trailer de Howl, filme que tem James Franco no papel do poeta Allen Ginsberg. O filme foi exibido em Sundance, em janeiro, e deve entrar em cartaz nos EUA em setembro.
A direção é da dupla Rob Epstein e Jeffrey Friedman, que também escreveu o roteiro (e que está à frente de Lovelace, a cinebiografia da atriz Linda Lovelace, de Garganta Profunda). Gus Van Sant é produtor-executivo, com a direção de fotografia a cargo de Edward Lachman (As Virgens Suicidas, Ken Park, Não Estou Lá).
No fim de The Runaways, o filme chatinho sobre a banda de mesmo nome, um texto explica que a vocalista Cherie Curry hoje trabalha como "artista de motosserra". Eu achei que fosse brincadeira, mas não é. Ela tem até um site.
Se ainda assim você não acredita, pode ver este vídeo da rede de TV norte-americana CBS. The Runaways estreia no Brasil em 20 de agosto.
Vi lá no Shuffle o trailer de Devil, filme produzido por M. Night Shyamalan. Calma, calma - não parece ser mais uma bomba. É a história de um grupo de pessoas que fica preso em um elevador, mas uma delas é o demônio.
O filme faz parte de uma série chamada The Night Chronicles, com três filmes baseados em histórias de Shyamalan. Devil deve estrear em setembro (nos Estados Unidos) A direção é da dupla Drew Dowdle e John Erick Dowdle (este último fez o mockumentary chatinho The Poughkeepsie Tapes e Quarantine, o remake dispensável de [REC]). O roteiro é de Brian Nelson (Menina Má.com, 30 Dias de Noite), baseado em uma ideia de Shyamalan.
O segundo longa - ainda sem previsão de lançamento - deve ser Twelve Strangers, escrito por Chris Sparling (Buried), sobre um jurados em julgamento que envolve um caso sobrenatural.
A gravação acima mostra o vocalista Eddie Vedder explicando, em português, durante um show em Lisboa, que aquele seria a última apresentação do Pearl Jam durante um bom tempo. Ele começa a falar depois de mais ou menos 50 segundos de vídeo.
Paul McCartney foi fundo em seu repertório e resgatou uma música que ele gravou em seu MTV Unplugged, em 1991, durante um show em São Francisco, no sábado passado. Foi por uma causa justa: homenagear a cidade onde ele não tocava desde o último show dos Beatles, em 1966. Ele tocou "San Francisco Bay Blues", um clássico do folk composto por Jesse Fuller.
Relics: Einstein's Brain, do diretor Kevin Hull, é um dos documentários mais estranhos e fascinantes sobre Albert Einstein. Em especial porque não é sobre o lendário cientista, mas sobre a procura pelo cérebro dele.
Kenji Sugimoto é um professor de uma universidade japonesa e, vítima de uma obsessão quase anormal com Einstein, ele vai de seu país natal aos Estados Unidos, cruzando o país em busca do órgão perdido.
O cérebro de Einstein foi extraído quando ele morreu, em 1955, e caiu nas mãos do médico legista da universidade de Princeton - que na época se recusou a compartilhar a propriedade.
Na jornada de Sugimoto, ele cruza com a neta do cientista que - segundo um dos entrevistados no filme - pode ser, na verdade, filha de Einstein. Ele também encontra uma série de professores e médicos, cada um como uma versão diferente sobre o paradeiro do cérebro.
Mais surpreendente ainda é o encontro inesperado com William S. Burroughs - o escritor informa sobre o endereço da residência de uma peça fundamental nesse mistério, mas nem é identificado no filme!
Einstein's Brain nunca foi lançado oficialmente em VHS ou DVD, mas pode ser encontrado em cópias de qualidade ruim na internet. Ele também está no YouTube: a primeira parte é esta aqui acima, sendo que as outras estão aqui: 2, 3, 4, 5 e 6.
Paul McCartney foi pessoalmente desejar um feliz aniversário a Ringo Starr, que se apresentou no Radio City Music Hall, em Nova York, nesta quarta-feira.
A dupla tocou "Birthday", dos Beatles, com Paul no baixo e vocal e Ringo na bateria.
Antes disso, Yoko Ono e outros convidados participaram de "With a Little From My Friends".
Curiosamente, foi nesse mesmo palco que os dois beatles se apresentaram juntos no ano passado. Será que vai virar uma tradição anual?
Seguindo o dia de comemoração dos 70 anos do maior baterista de todos os tempos, uma raridade. Em 1978, Ringo Starr fez o especial Ognir Rrats para a rede de televisão norte-americana NBC.
É péssimo, não vou mentir.
Mas, ao mesmo tempo, esse telefilme - uma versão para O Príncipe e o Mendigo, de Mark Twain, com o músico no papel principal - tem tudo aquilo que faz o mundo de Ringo ser tão legal: música descompromissada, participações especiais (George Harrison, Angie Dickinson, Carrie Fisher, John Ritter, Vincent Price e outros) e aquele nonsense básico.
Ognir Rrats (que é Ringo Starr escrito ao contrário, caso você não tenha notado) nunca teve lançamento oficial, mas circula entre os fãs em VHS e DVD há décadas. Existe até uma bela versão com cenas cortadas e outros extras.
Mais uma lista para comemorar os 70 anos de Ringo Starr. Agora é a vez de grandes momentos da carreira solo dele:
"Stardust", do álbum Sentimental Journey. Um arrnajo de Paul McCartney para o clássico de Hoagy Carmichael com letra de Mitchell Parish.
"Photograph", de Ringo. Escrita em parceria com George Harrison, tem o guitarrista dos Beatles tocando com Jim Keltner, Klaus Voormann, Nicky Hopkins e arranjos de Jack Nitzsche.
"It Don't Come Easy", single de 1971. Com Harrison no violão (e produção), Stephen Stills no piano, Pete Ham e Tom Evans (do Badfinger) nos backing vocals.
"Goodnight Vienna", de Goodnight Vienna. Composta por John Lennon, com piano de Billy Preston.
"Wrack My Brain", de Stop and Smell the Roses. Al Kooper no piano, Ray Cooper também no piano, Herbie Flowers no baixo e, só para variar, George Harrison na guitarra e produção.
"Vertical Man", de Vertical Man. Com Ozzy Osbourne nos backing vocals.
"Walk With You", de Y Not. Lindo dueto com Paul McCartney.
"Early 1970", lado B de single. Fala sobre os ex-companheiros de fab four.
"I'm the Greatest", de Ringo. Ringo na bateria e vocal; John Lennon no piano; George Harrison na guitarra; e... Klaus Voormann no baixo. Por pouco!
Comercial da Pizza Hut. Com participação dos Monkees!
Como hoje Ringo Starr completa 70 anos, é hora de comemorar. Aqui vão os cinco melhores momentos dele ao lado dos Beatles:
1 - O solo de bateria em "The End", do disco Abbey Road
2 - "Good Night", de The Beatles, o álbum branco.
3 - "With a Little Help From My Friends", de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band.
4 - "Flying", de Magical Mystery Tour (a única faixa com crédito de composição para os quatro Beatles).
5 - "Octopus's Garden", de Abbey Road.
E dava para continuar com muitos outros exemplos - todos dedicados aos ignorantes que insistem em dizer que Ringo não era bom o suficiente para os Beatles.
O trio Nevilton passou ontem pelo programa Qualquer Coisa. Além de conversar comigo e com o José Flávio Júnior, eles tocaram três músicas. No vídeo acima, o som é o ambiente, então ficou estranho mesmo.
Dá para ouvir - ou baixar - tudo com ótima qualidade aqui:
E também tem uma prévia do que está por vir. Eles gravaram mais duas faixas, que vamos tocar em um programa futuro. Vai, Chico!
Tudo bem, tudo bem: o Dave Grohl só tocou um pandeiro com o Pearl Jam, acompanhando a banda em "Kick Out the Jams" (que também teve o Alain Johannes) em um show no festival Rock Werchter, na Bélgica. Ainda assim é um encontro de monstros dos anos 90. (Em Berlim a mesma música foi tocada com o Peter Buck, do R.E.M.)
E não foi a primeira vez. Grohl já havia tocado bateria com a banda de Eddie Vedder em um show na Austrália, em 1995. Se liga na versão para "Sonic Reducer", do Dead Boys:
Não foi o suficiente para você? Pois tome "Rockin' in the Free World", do Neil Young, no mesmo show de Melbourne:
Parece que Lost deixou as redes de televisão norte-americanas na loucura de encontrar "o próximo grande mistério": várias dessas redes apostam em novas séries nesse estilo, embora nenhuma seja tão radical quanto a série da ilha.
A que mais lembra Lost é Persons Unknown. Nela, um grupo de estranhas é seqüestrado e aprisionado em uma espécie de vila cenográfica, de onde não conseguem sair. Lembra um pouco alguns episódios de Além da Imaginação, sendo que o criador do programa é o roteirista Christopher McQuarrie (Os Suspeitos, Operação Valquíria).
Caindo mais para o lado da intriga adolescente que vira crime, Pretty Little Liars segue a vida de um grupo de amigas que se envolveu - de forma ainda não esclarecida – no desaparecimento e assassinato de uma garota. A reviravolta começa quando elas passam a receber supostas mensagens da morta.
Em Rubicon, um integrante de um think tank descobre uma mensagem escondida nas palavras cruzadas dos jornais – e isso leva, indiretamente, à revelação de que existe um grupo secreto por trás de acontecimentos político-sociais importantes. Oficialmente, a série só estréia em agosto. O piloto foi exibido como prévia, no mês passado.
Rubicon e Pretty Little Liars são exibidos por canais pagos (AMC e ABC Family, respectivamente). Persons Unknown é da gigante NBC.
As três devem ter pelo menos uma duração básica: Rubicon terá uma temporada de 13 episódios, como é comum no canal em que é exibida; Persons Unknown, por enquanto, também terá esse número de capítulos; Pretty Little Liars foi melhor recebida e já garantiu uma primeira temporada de 22 episódios.
A fórmula só não funcionou para Happy Town, da ABC. O programa mostrava o dia-a-dia de uma pequena cidade no Minnesota, onde estranhos assassinatos e sequestros ocorriam (a emissora fez questão de tentar associar o programa a Twin Peaks). Teve oito episódios produzidos, mas foi cancelada depois da exibição do terceiro.
São seis mixagens diferentes do álbum (duas em CD, quatro em DVD), mais um show de 1976, vinis do disco de estúdio e do ao vivo, encarte com texto de Cameron Crowe e réplicas do kit de imprensa (com entrada, textos, fotos, pôster).
Também haverá uma versão mais simples, com três CDs (o álbum e o show, mais o texto do Crowe).
Em abril, Ricky Gervais e Stephen Merchant anunciaram que escreveriam e atuariam em uma nova série, Life's Too Short (a terceira, depois de The Office e Extras). E agora eles liberaram imagens dos bastidores da gravação do piloto:
Parece que a ideia surgiu durante a participação de Warwick Davis (que está no projeto novo, uma comédia sobre anões) em um episódio de Extras - facilmente uma das melhores cenas da série:
Caso você não tenha reconhecido, Davis é o ator principal de Willow - Na Terra da Magia (1988). "Warwick Davis é oficialmente uma das pessoas mais engraçadas do mundo", escreveu Gervais em seu blog.
Enquanto Life's Too Short não fica pronta, você pode ouvir um podcast especial (e gratuito) de Gervais, Merchant e Karl Pilkington sobre a Copa do Mundo. É só clicar aqui.
Elena Kagan, indicada para a Suprema Corte norte-americana, passava pelo tradicional questionamento feito pelos senadores antes de assumir o cargo quando a senadora democrata Amy Klobuchar ameaçou fazer uma pergunta radical: se ela torcia pelo Edward ou pelo Jacob, os rivais da saga Crepúsculo.
E aqui está o trailer de Let Me In, o remake de Deixa Ela Entrar, dirigido por Matt Reeves (de Cloverfield). Li uma resenha de alguém que viu uma versão prévia e... Bom, ele dizia que é uma droga. Por outro lado, o estúdio por trás do longa é o lendário Hammer.
Lembra desse desenho? Ele se chama One Froggy Evening e foi lançado em 1955, pela Warner Bros. Teve direção de Chuck Jones. Nessa história, um cara encontra um sapo vivo dentro de uma caixa de concreto, nas ruínas de uma construção. E ele canta e dança!