Daniel Filho
Daniel Filho | |
|---|---|
Filho em 2010 | |
| Nome completo | João Carlos Daniel Filho |
| Nascimento | 30 de setembro de 1937 (88 anos) Rio de Janeiro, DF |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Residência | Rio de Janeiro, RJ |
| Ocupação | ator, diretor, escritor, produtor e roteirista |
| Atividade | 1955–presente |
| Cônjuge |
|
| Filho(a)(s) | 2, incluindo Carla Daniel |
| Grande Otelo | |
| Melhor Direção 2022 - O Silêncio da Chuva Grande Otelo Honorário 2016 - Conjunto da Obra | |
| APCA | |
| Melhor Diretor de Televisão 1977 - Pecado Capital 1989 - O Primo Basílio 1997 - A Vida como Ela É... 1998 - A Justiceira | |
| Guarani | |
| Melhor Filme pelo Voto Popular 2005 - A Dona da História | |
| Festival de Gramado | |
| Troféu Cidade de Gramado 2015 - Conjunto da Obra | |
| Outros prêmios | |
| (ver mais) | |
João Carlos Daniel Filho (Rio de Janeiro, 30 de setembro de 1937) é um ator, diretor, escritor e produtor brasileiro. Tornou-se conhecido como um dos principais nomes da direção na TV Globo e na Globo Filmes, tendo trabalhado como produtor-geral, diretor de dramaturgia e diretor de criação ao longo de mais de cinco décadas.[1] Os prêmios de Filho incluem dois Prêmios Grande Otelo, seis Prêmios APCA e um Prêmio Guarani, além de ter sido indicado a quatro Prêmios Qualidade Brasil e homenageado com o Troféu Cidade de Gramado no Festival de Gramado.[2]
Em 1967, Daniel Filho ingressou na TV Globo, a convite de Boni, para dirigir a telenovela A Rainha Louca, em substituição a Ziembinski . A produção marcou o início de sua longa colaboração com a emissora, onde se destacou por incorporar procedimentos da linguagem cinematográfica à televisão, contribuindo para uma construção visual mais dinâmica das telenovelas. Na década de 1970, consolidou parceria com a autora Janete Clair, dirigindo sucessos como Irmãos Coragem (1970), Selva de Pedra (1972) e Pecado Capital (1975), pelo qual recebeu o prêmio de melhor diretor da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), em 1976.
Sua atuação também se estendeu a outros formatos, com a direção de Dancin' Days (1978), de Gilberto Braga , e de Malu Mulher (1979), em parceria com Manoel Carlos. Entre 1970 e 1975, exerceu o cargo de produtor-geral de dramaturgia da Globo e, posteriormente, assumiu a direção da Central Globo de Produções, participando das decisões sobre projetos e produções artísticas e da supervisão de novelas como Roque Santeiro (1985), Vale Tudo (1989) e Rainha da Sucata (1990), nas duas últimas também atuando como ator.
A partir dos anos 2000, Daniel Filho ampliou sua atuação para o cinema, dirigindo longas-metragens como A Partilha (2001), Se Eu Fosse Você (2006) e Chico Xavier (2010), sendo nomeado como Melhor Diretor no Prêmio Grande Otelo por esses dois últimos. Na década de 2010, retornou à televisão com as minisséries antológicas As Cariocas (2010) e As Brasileiras (2012), centradas em diferentes personagens femininas. Nos anos recentes, dedicou-se com maior exclusividade ao cinema, como diretor e produtor, destacando-se na direção de filmes como Boca de Ouro (2020) e O Silêncio da Chuva (2021), saindo-se vencedor pela primeira vez na categoria de Melhor Diretor no Prêmio Grande Otelo por este último.
Primeiros anos
[editar | editar código]Nascido no Rio de Janeiro, em 30 de setembro de 1937, João Carlos Daniel Filho é oriundo de uma família ligada às artes cênicas. Filho dos atores espanhóis Juan Daniel e Maria Irma López, também conhecida como Mary Daniel, que atuavam em circo e teatro de revista, foi criado no Méier, na Zona Norte do Rio de Janeiro.[3] Sua bisavó materna, Ana Casalis, também era circense e integrou companhias de circo. Desde a infância, Daniel Filho frequentava os circos e os bastidores dos espetáculos em que seus familiares trabalhavam.[4]
Ao longo da juventude, exerceu diferentes funções, como lanterninha, figurante, palhaço, ajudante de veterinário e bilheteiro de teatro. Cursou a escola até o primeiro ano científico, quando deixou os estudos para se dedicar ao teatro.[4] Aos 15 anos, estreou profissionalmente no teatro de revista, em Porto Alegre, ao substituir um ator que havia adoecido. Nos anos seguintes, trabalhou principalmente nesse gênero e também participou de algumas produções cinematográficas em papéis secundários.[4]
Carreira
[editar | editar código]Primeiros trabalhos e avanços (1956—1983)
[editar | editar código]Em 1956, Filho estreou na televisão no programa Teatro Moinho de Ouro, da TV Rio, onde contracenou com Iracema de Alencar e Rodolfo Arena, ambos ligados à Escola de Procópio Ferreira.[4] Em seguida, transferiu-se para a TV Tupi do Rio de Janeiro, integrando o elenco do teleteatro As Aventuras de Eva, com Eva Todor.[4] Na emissora, participou de diversas atrações como ator, entre elas o programa infantojuvenil Sítio do Picapau Amarelo (1952–1962), no qual interpretou o Visconde de Sabugosa.[5] Sua primeira experiência como diretor ocorreu na própria TV Tupi, como assistente de Jacy Campos no programa Câmera Um, função que exerceu durante seis meses.[4] Em 1961, deixou temporariamente a televisão para participar do filme Esse Rio que Eu Amo, de Hugo Christensen.[6] Antes de ingressar na TV Globo, trabalhou ainda na TV Rio e na TV Excelsior do Rio de Janeiro e de São Paulo, como ator e diretor de programas como o humorístico comandado por Chico Anysio e Times Square.[4]
No cinema, Daniel Filho dirigiu produções nas décadas de 1960, 1970 e 1980, entre elas O Cangaceiro Trapalhão (1983), e atuou em mais de 25 filmes. Entre seus trabalhos como ator estão Os Cafajestes, de Ruy Guerra, e O Beijo no Asfalto e Romance da Empregada, ambos dirigidos por Bruno Barreto.[7] Em 1967, entrou para a TV Globo, a convite de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, com quem já havia trabalhado.[4][8] Substituiu Ziembinski na direção da novela A Rainha Louca, de Glória Magadan, inicialmente enfrentando rejeição do elenco.[8] Após conquistar a equipe, passou a dirigir outras novelas. Nesse período, a saída de Glória Magadan marcou uma mudança na dramaturgia da emissora, com o abandono do estilo de capa e espada em favor de histórias ambientadas no Brasil e centradas em temas nacionais, escritas por autores como Janete Clair, Lauro César Muniz e Dias Gomes.[4] A principal parceria de Daniel Filho nesse início foi com Janete Clair, com quem também manteve uma relação de amizade. Juntos, trabalharam em Véu de Noiva (1969), Irmãos Coragem (1970), Selva de Pedra (1972), Pecado Capital (1975) e O Astro (1977). Sobre o trabalho com a autora, Daniel Filho afirmou que buscava aproximar o romantismo de Janete Clair de uma narrativa mais cotidiana e brasileira, inspirada na linguagem cinematográfica.[3] Ainda na década de 1970, dirigiu O Cafona (1971), de Bráulio Pedroso, Bandeira 2 (1971), de Dias Gomes, e Dancin' Days (1978), de Gilberto Braga. Também dirigiu e supervisionou projetos como O Casarão (1976) e Espelho Mágico (1977), de Lauro César Muniz.[3][4]
Em 1972, Daniel Filho participou da concepção e supervisão de A Grande Família, ao lado de Oduvaldo Vianna Filho e Armando Costa, a primeira comédia de costumes da emissora. A convite de Daniel, Oduvaldo Vianna traçou um perfil sociológico dos personagens mais próximo da realidade brasileira e reformulou o texto inicial do programa. A série obteve sucesso de público e crítica e ganhou uma nova versão mais de 20 anos depois, em 2001.[9][10] Na década de 1970, Daniel também participou do programa Caso Especial, como supervisor, produtor-geral e diretor de alguns episódios.[4] Em 1978, esteve entre os responsáveis pela concepção do projeto de seriados nacionais, iniciado com Ciranda Cirandinha, escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte como o melhor programa de televisão daquele ano.[11] A produção, apesar de enfrentar problemas com a censura, teve grande repercussão e levou a Globo a investir no formato.[4] Em 1979, a emissora lançou as primeiras Séries Brasileiras, com Malu Mulher, Carga Pesada e Plantão de Polícia. As produções tiveram boa resposta de público e crítica e contribuíram para a entrada de novos autores na emissora, entre eles Domingos Oliveira, Aguinaldo Silva, Euclydes Marinho, Doc Comparato e Antônio Carlos da Fontoura.[4] No início da década de 1980, Daniel Filho criou Grandes Nomes, projeto dedicado à música popular brasileira que contou com participações de João Gilberto, Elis Regina, Gal Costa, Simone, Ângela Maria, Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gilberto Gil.[12]
Central Globo de Produção e Globo Filmes (1984—2009)
[editar | editar código]Em 1984, Filho assumiu a direção da Central Globo de Produção (CGP), dividindo com Boni as decisões sobre as produções artísticas da TV Globo. Nesse período, supervisionou novelas como Roque Santeiro (1985), Vale Tudo (1988), Que Rei Sou Eu? (1989) e Rainha da Sucata (1990). Filho atuou em Vale Tudo no papel do sonhador Rubinho, ex-marido de Raquel (Regina Duarte) que falece no meio da trama,[13] e em Rainha da Sucata, na pele do grande vilão Renato, um psicopata.[14] Também participou do projeto de minisséries nacionais, que levou à televisão adaptações de obras da literatura brasileira, como Grande Sertão: Veredas (1985) e O Tempo e o Vento (1985).[4] Entre 1985 e 1988, participou da criação de Armação Ilimitada, com Andréa Beltrão, André de Biase e Kadu Moliterno, série que adotou uma linguagem voltada ao público adolescente.[4] Em 1988, dirigiu a minissérie O Primo Basílio, escrita por Gilberto Braga e Leonor Bassères a partir do romance de Eça de Queiroz, que recebeu o Grande Prêmio da Crítica da Associação Paulista de Críticos de Arte.[15] Daniel Filho permaneceu como diretor da CGP até 1991, quando deixou a Globo. Durante o período afastado da emissora, dirigiu e produziu a série Confissões de Adolescente, exibida pela TV Cultura e posteriormente pelo canal Multishow.[16]
Em 1994, Daniel Filho assumiu a função de superintendente de Operações e Programação da TV Bandeirantes, onde também apresentou Melhor de Todos, um programa no formato de game show voltado para adolescentes. Em 1995, retornou à Globo como diretor de núcleo e dirigiu A Vida como Ela É..., adaptação de pequenas histórias de Nelson Rodrigues feita por Euclydes Marinho e exibida como quadro do Fantástico. Em 1996, participou da elaboração do programa dominical Sai de Baixo, que permaneceu no ar até 2002.[17] Em 1997, produziu e dirigiu o seriado A Justiceira, com Malu Mader, e, posteriormente, Mulher, com Eva Wilma e Patrícia Pillar, ambos inspirados em modelos de programas norte-americanos. Para Mulher, chamou roteiristas dos Estados Unidos para auxiliar na elaboração dos roteiros.[18][19] No mesmo ano, participou da criação da Globo Filmes, empresa do Grupo Globo. Em 1999, assumiu a direção da Central Globo de Criação, coordenando um Conselho de Criação formado por Roberto Talma e Carlos Manga.[4]
A partir de 2000, Daniel Filho passou a se dedicar também à Globo Filmes. Em 2005, afastou-se da televisão aberta e assumiu o cargo de diretor artístico da empresa.[4] Nesse período, já atuava como produtor de filmes nacionais por meio da Lereby Produções, incluindo Cazuza - O Tempo Não Para (2004), de Sandra Werneck e Walter Carvalho.[4] Como produtor e diretor, realizou A Partilha (2001), A Dona da História (2004), Se Eu Fosse Você (2006), Muito Gelo e Dois Dedos d'Água (2006), Primo Basílio (2007), Se Eu Fosse Você 2 (2009), Chico Xavier (2010), Confissões de Adolescente (2014) e Sorria, Você Está Sendo Filmado – O Filme (2015).[4]
Expansão cinematográfica (2010—presente)
[editar | editar código]
Em 2010, Daniel Filho dirigiu na Globo a série As Cariocas, baseada no livro homônimo de Sérgio Porto. Os dez episódios independentes tiveram textos finais de Euclydes Marinho e foram ambientados em diferentes bairros do Rio de Janeiro, cada um protagonizado por uma atriz escolhida pelo diretor. Daniel dividiu a direção com Amora Mautner e Cris D'Amato.[20] Em janeiro de 2011, dirigiu a microssérie Chico Xavier, extensão do filme homônimo baseado no livro As Vidas de Chico Xavier, do jornalista Marcel Souto Maior.[21] Em julho do mesmo ano, voltou a atuar como o empresário Salomão Hayalla no remake da novela O Astro, que recebeu o Prêmio Emmy Internacional no ano seguinte.[22] Em fevereiro de 2012, estreou As Brasileiras, baseada no modelo de As Cariocas. A série reuniu 22 atrizes em histórias ambientadas de Norte a Sul do país, buscando representar diferentes tipos físicos e faixas etárias. Daniel Filho dividiu a direção com Cris D'Amato e Tizuka Yamasaki.[23] Em 2015, deixou a Globo.[24]
Após deixar a TV Globo, Filho passou a dedicar-se principalmente ao cinema. Em 2016, eecebeu o prêmio homenagem no Prêmio Grande Otelo,[25] e produziu, pela Globo Filmes, O Escaravelho do Diabo e É Fada!, este último também produzido por sua empresa, a Lereby Filmes. Em 2017, fez uma participação especial como ele mesmo na comédia Duas de Mim, dirigida por Cris D'Amato e estrelada por Thalita Carauta.[26] No ano seguinte, produziu Sai de Baixo, o Filme, que reuniu novamente o elenco da série homônima exibida na década de 1990.[27] Em 2020, voltou à direção de longas-metragens com Boca de Ouro, adaptação da peça de Nelson Rodrigues, estrelada por Marcos Palmeira e Malu Mader.[28] Pelo filme, recebeu uma indicação ao Prêmio Grande Otelo de Melhor Diretor. No mesmo ano, atuou na comédia natalina Tudo Bem no Natal que Vem, produzida pela Netflix, interpretando Pedro Moraes, pai do protagonista vivido por Leandro Hassum.[29]
Em 2021, dirigiu O Silêncio da Chuva, adaptação do romance homônimo de Luiz Alfredo Garcia-Roza, com Lázaro Ramos, Thalita Carauta e Cláudia Abreu nos papéis principais.[30] Pelo trabalho, venceu o Prêmio Grande Otelo de Melhor Diretor, após seis indicações na categoria.[31] Como produtor, participou de Medida Provisória (2022), dirigido por Lázaro Ramos,[32] e O Auto da Compadecida 2 (2024), dirigido por Guel Arraes e Flávia Lacerda. Em 2025, voltou a atuar na comédia romântica Viva a Vida, dirigida por Cris D'Amato, em uma participação especial como Seu Ulisses.[33] Em 2026, atuou no drama (Des)controle, de Rosane Svartman, como Levi, ao lado de Irene Ravache, interpretando os pais de Katia, jovem escritora alcoólatra vivida por Carolina Dieckmann.[34][35]
Vida pessoal
[editar | editar código]Foi casado com a atriz Dorinha Duval entre 1961 e 1972, com quem teve uma filha, a também atriz Carla Daniel.[36] Entre 1973 e 1979, foi casado com a atriz Betty Faria, com quem teve um filho, João.[37] Posteriormente, manteve casamento com Márcia Couto, entre 1986 e 2008.[38] Em 2009, casou-se com a cantora Olivia Byington, com quem permanece casado.[39] Também manteve relacionamentos com as atrizes Regina Duarte, entre 1978 e 1979,[40] e Lídia Brondi.
Obras
[editar | editar código]Filmografia
[editar | editar código]Teatro
[editar | editar código]| Ano | Título | Função | Ref. | |
|---|---|---|---|---|
| Direção | Produção | |||
| 1977 | Festa de Sábado | [41] | ||
| 2005 | As Mulheres da Minha Vida | [42] | ||
| 2008 | O Homem Inesperado | [43] | ||
Prêmios e indicações
[editar | editar código]Referências
- ↑ «Daniel Filho». Memória Globo. 5 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 3 de junho de 2026
- ↑ «Daniel Filho - Papo de Cinema». Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 11 de junho de 2026
- 1 2 3 Calil, Ricardo (4 de março de 2010). «Espelho, espelho meu -». Trip | Conteúdo que transforma. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 «Daniel Filho». memoriaglobo. 29 de abril de 2022. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 9 de agosto de 2026
- ↑ criaturo (17 de dezembro de 2021). «Conheça os principais atores que deram vida ao Visconde Sabugosa na TV». Monteiro Lobato. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2025
- ↑ «FILMOGRAFIA - ESSE RIO QUE EU AMO». bases.cinemateca.org.br. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 2 de junho de 2025
- ↑ AdoroCinema. «Filmografia Daniel Filho». AdoroCinema. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 27 de julho de 2021
- 1 2 «Daniel Filho ganha tributo em especial no Sem Censura, da TV Brasil, nesta segunda (25/5)». EBC - Empresa Brasil de Comunicação. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 16 de junho de 2026
- ↑ «A Grande Família». Fotografia - Folha de S.Paulo. 23 de julho de 2012. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2019
- ↑ ZORZI, ANDRÉ CARLOS (28 de março de 2021). «A Grande Família estreava há 20 anos; veja diferenças do remake com 1ª versão». Notícias da TV. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 12 de maio de 2026
- ↑ «TELEVISÃO». apca - Associação Paulista de Críticos de Arte. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Série Grandes Nomes». memoriaglobo. 29 de outubro de 2021. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 4 de maio de 2025
- ↑ «Gravações de morte canceladas, cigarro sem nicotina: curiosidades sobre o Rubinho da 'Vale tudo' de 1988». O Globo. 23 de abril de 2025. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 7 de maio de 2026
- ↑ purepeoplebr. «Mortes em série e mais: Renato da novela 'Rainha da Sucata', da Globo, é mais perigoso que Alexandre, de 'A Viagem', e podemos provar!». Terra. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2025
- ↑ «Globoplay resgata minissérie com cena que chocou até Roberto Marinho». NaTelinha. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Folha de S.Paulo - Estréia "Confissões de Adolescente" - 21/8/1994». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2025
- ↑ «Daniel Filho confirma treta nos bastidores do 'Sai de baixo': 'Profundamente violentas'». extra. 29 de maio de 2026. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 28 de junho de 2026
- ↑ «Folha de S.Paulo - Televisão: `A Justiceira' aposta no cinema de ação - 09/04/97». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Folha de S.Paulo - "Mulher" aborda Aids e gravidez - 9/11/1997». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Daniel Filho volta à TV na série 'As Cariocas'». Estadão. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Chico Xavier». memoriaglobo. 29 de outubro de 2021. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
- ↑ «Alinne Moraes e Daniel Filho: casal em 'O Astro'. Veja a primeira foto - Patrícia Kogut, O Globo». Patrícia Kogut. 27 de junho de 2011. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2023
- ↑ «Daniel Filho deixa o melhor para o fim de "As Brasileiras"». UOL TV e Famosos. 29 de junho de 2012. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 15 de abril de 2015
- ↑ «Daniel Filho relembra saída da Globo: 'O poder cria muitos amigos falsos'». F5. 25 de maio de 2026. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 26 de maio de 2026
- ↑ Fabiano Ristow (4 de outubro de 2016). «Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2016 consagra 'Que horas ela volta?'». O Globo. Consultado em 17 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2024
- ↑ AdoroCinema, Todo o elenco do filme Duas de Mim, consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Sai de Baixo – O Filme – Revista de Cinema». 19 de fevereiro de 2019. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de junho de 2025
- ↑ Gois, Ancelmo (28 de setembro de 2017). «Aos 80 anos, Daniel Filho refilmará clássico 'Boca de ouro'». Ancelmo - O Globo. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2017
- ↑ «Tudo bem no Natal que vem, da Netflix, surpreende com história que mistura comédia e drama». Próximo Capítulo. 3 de dezembro de 2020. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
- ↑ «'O silêncio da chuva', novo filme de Daniel Filho com Lázaro Ramos, lança trailer; ASSISTA'». G1. 22 de julho de 2021. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2022
- ↑ AdoroCinema (11 de agosto de 2022). «Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2022: Confira a lista de vencedores, com destaque para Marighella». AdoroCinema. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Lázaro Ramos se prepara para estrear como diretor em 'Medida provisória'». G1. 3 de outubro de 2021. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 22 de julho de 2025
- ↑ «O retorno de Daniel Filho ao cinema». O Globo. 5 de novembro de 2024. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «'(Des)Controle' aborda o alcoolismo sem melodrama e entrega performance marcante de Carolina Dieckmmann». gshow. 5 de fevereiro de 2026. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2026
- ↑ «Daniel Filho: 'Enquanto houver set, ele trabalha'». Estadão. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Dorinha Duval deixou carreira na TV após ser condenada por assassinato do marido; relembre o caso». O Globo. 21 de maio de 2025. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 7 de maio de 2026
- ↑ «Betty Faria reúne o filho e o ex-marido, o diretor Daniel Filho, em seu aniversário de 82 anos». extra. 10 de maio de 2023. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 25 de outubro de 2025
- ↑ «Fim: Depois de anos de união, Daniel Filho se separa». ESTRELANDO. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ «Daniel Filho e Olivia Byington oficializam relação com cerimônia budista e presença de globais». Extra Online. 23 de janeiro de 2012. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2012
- ↑ Oliveira, Fábia (13 de agosto de 2024). «Ex de Regina Duarte, Daniel Filho reage à presença da atriz em evento». Metrópoles. Consultado em 13 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2025
- ↑ Cultural, Instituto Itaú. «Festa de Sábado». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ Cultural, Instituto Itaú. «As Mulheres da Minha Vida». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 13 de agosto de 2026
- ↑ Cultural, Instituto Itaú. «O Homem Inesperado». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 13 de agosto de 2026
Ligações externas
[editar | editar código]- Nascidos em 1937
- Atores do estado do Rio de Janeiro
- Brasileiros de ascendência argentina
- Brasileiros de ascendência catalã
- Cineastas do estado do Rio de Janeiro
- Naturais da cidade do Rio de Janeiro
- Diretores premiados no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
- Brasileiros de ascendência espanhola
- Elenco de Sítio do Picapau Amarelo (1952-1963)
- Atores brasileiros do século XX
- Atores brasileiros do século XXI
