Funk bruxaria
| Funk bruxaria | |
|---|---|
| Origens estilísticas | Mandelão,[1] Funk paulista |
| Contexto cultural | 2020–presente, Brasil |
| Outros tópicos | |
| Funk MTG, Automotivo, Rock doido | |
O Funk Bruxaria[2] é um dos subgêneros do funk brasileiro, que surgiu nos bailes funks da Zona Sul de São Paulo na década de 2020.[3][4] É caracterizado pela sonoridade agressiva e atmosfera de terror, com forte utilização de sons agudos (conhecidos como "tuin" ou "estoura tímpano"), sintetizadores[5] e distorções.[6][7][8] O gênero tem ainda algumas influências da música eletrônica e do heavy metal.[9][7]
O som se popularizou em bailes funk como o Baile da DZ7, em Paraisópolis, e o Baile do Helipa, em Heliópolis.[9] Entre os principais expoentes do gênero estão DJ K, DJ Arana e DJ Blakes.[10][4][11][12][13]
Apesar de não ser totalmente certo quais estilos musicais influenciaram diretamente o funk bruxaria, o estilo está muito associado ao movimento do estilo Hyperfunk (também referido por vezes como Hyperfunky, Hyperphonk ou Hypermandela),[14][15] gênero de fusão do hyperpop com o funk carioca.
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/funk-bruxaria-o-genero-que-mistura-o-caos-para-brincar-com-a-mente
- ↑ «Do automotivo à bruxaria, o funk de SP tá ganhando o mundo». Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2025
- ↑ «Bruxaria e ritmado: funk varia de acordo com região da cidade de SP; entenda as diferenças». G1. 23 de maio de 2024. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2026
- 1 2 Calazans, Bruna (20 de novembro de 2023). «Conheça o DJ K, expoente do funk bruxaria». billboard.com.br. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 14 de junho de 2025
- ↑ Monnerat, Duda (18 de setembro de 2023). «O que são Phonk e Funk Bruxaria? |». POPline. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 7 de dezembro de 2023
- ↑ «É bruxaria: DJ K leva som do 'tuin' dos bailes funk de SP para a Europa». tab.uol.com.br. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 19 de setembro de 2024
- 1 2 Siebra, Noelle (17 de fevereiro de 2025). «O funk bruxaria como expoente da música experimental». Portal Veredas. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 8 de maio de 2026
- ↑ «Cientista do grave». Revista Amarello. 24 de junho de 2023. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 8 de março de 2026
- 1 2 «Sons da Perifa: Seria o funk criado hoje na zona sul paulistana uma ressurreição do nu metal?». Folha de S.Paulo. 11 de outubro de 2023. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 2 de julho de 2026
- ↑ Maia, Felipe (14 de novembro de 2023). «'If it doesn't smell like funk, something's wrong with your recipe': Brazilian baile funk goes global, again». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077. Consultado em 8 de março de 2025
- ↑ «5 Signs Brazilian Funk Is Verging on Global Breakthrough». www.popmatters.com (em inglês). 19 de setembro de 2023. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 16 de novembro de 2025
- ↑ «Quem é o DJ K? Jovem de Diadema está ganhando o mundo com seu funk bruxaria». Terra. Consultado em 8 de março de 2025
- ↑ «Tuin, montagens no Fruity Loops e som de passarinhos: no estúdio com DJ K e JLZ». Monkeybuzz. 31 de maio de 2022. Consultado em 8 de março de 2025. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2025
- ↑ https://www.geleiatotal.com.br/2022/03/10/36863/amp/
- ↑ https://artemidiastec.wordpress.com/2022/07/13/hyperfunk-transformacoes-e-tendencias-no-funk/