André Le Fèvre d'Ormesson tornou-se proprietário das terras da antiga vila de Amboile e de seu castelo se casando em 1630 com a filha de Nicolas Le Prévost, senhor de Amboile; foi ele quem deu ao castelo e à vila de Amboile o nome de Ormesson, nome que conservaram até hoje.
Seu filho mais velho Olivier (1616-1686), membro da Câmara de Justiça encarregado de julgar Nicolas Fouquet por crime de lesa-majestade, salvou a cabeça recusando os falsos documentos fabricados por Colbert; é atribuída esta resposta a um enviado do rei ou de Colbert: "O Tribunal faz julgamentos e não serviços"; isso lhe valeu (como a La Fontaine) a desgraça definitiva do Rei-Sol.