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Descrição O IHSE-PROF é um instrumento de fácil aplicação com o objetivo de caracterizar as habilidades sociais educativas do professor em suas interações com os alunos, possibilitando diagnóstico de recursos e déficits nesse repertório para nortear processos e programas de formação inicial e continua[1]da de professores. Origem e data de publicação Editora Hogrefe - 2025 Faixa de utilização Professores do Ensino Fundamental Material Manual com introdução teórica à área e instruções para aplicação, avaliação e apuração do IHSE-PROF, Caderno de Aplicação com itens e Folha de Resposta, Crivos e Tabelas de Apuração e Interpretação. No Manual também são reportados os estudos psicométricos relativos ao instrumento. Forma de aplicação Individual e/ou coletiva Tempo de aplicação Não há limite determinado de tempo. Estima-se em 30 minutos. Padronização Grupo amostral de 513 professores de ambos os sexos, mas predominantemente feminino, na faixa etária entre 17 e 65 anos, da Região Sudeste. Normas O escore total e os escores padronizados de cada fator foram obtidos no grupo amostral.
Sinopse: A avaliação psicológica é um pilar essencial da psicologia científica e aplicada, mas enfrenta desafios complexos que podem comprometer sua precisão e eficácia. Entre esses desafios, destacam-se os vieses de resposta, que impactam desde a mensuração de traços individuais até a interpretação de dados em diferentes contextos culturais. Esta obra aborda, de forma didática e inovadora, conceitos fundamentais, métodos avançados e estratégias de controle para lidar com esses vieses. Estruturada em três partes, apresenta uma introdução aos principais conceitos, detalha métodos práticos de controle e discute aplicações específicas, como na avaliação infantil, esportiva e na mensuração de fenômenos psicológicos positivos. Com contribuições de especialistas renomados de diversas áreas da psicologia, este livro é indispensável para estudantes, docentes e profissionais que desejam aprimorar a prática da avaliação psicológica, promovendo decisões mais éticas, fundamentadas e assertivas.
Sinopse: A Bateria de Avaliação de Indicadores de Depressão (HUMOR-A) é composta por sete escalas que podem ser aplicadas de forma individual ou combinada. Seu objetivo é avaliar diferentes construtos relacionados à sintomatologia depressiva em adultos, sendo cada escala voltada para um aspecto específico e podendo ser utilizada de maneira independente. Os construtos avaliados são: Depressão (7 itens), Desamparo (7 itens), Desesperança (7 itens), Isolamento Social/Solidão (7 itens), Autoeficácia (7 itens), Autoconceito/Autoimagem (7 itens) e Autoestima (7 itens), totalizando 49 itens. As respostas seguem um formato Likert de três pontos: “nunca/não”, “às vezes” e “sim/sempre”. Público-alvo A HUMOR-A é destinada à avaliação de sintomas depressivos e construtos correlatos em adultos de ambos os sexos, com idades entre 18 e 69 anos. Tempo de aplicação: 3 a 10 minutos Aplicação: individual ou coletiva Contexto indicado: clínica Prazo dos estudos de normatização: 20/07/2039 Prazo dos estudos de validade: 20/07/2039 Material restrito.
Sinopse: O inventário Multifásico de personalidade de Minessota é o instrumento de avaliação clínica mais amplamente utilizado e estudado. A sua utilização no contexto da avaliação de perturbações mentais torna-o uma referência a nível internacional na área de saúde mental. Público-alvo: 18 a 74 anos Tempo de aplicação: aproximadamente 45 a 60 minutos Aplicação: individual ou coletiva Contexto indicado: Clínica Prazo do estudo de normatização: 29/06/2039 Prazo dos estudos de validação: 29/06/2039 Material restritos a psicólogos
DescriçãoO Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister é atualmente considerada uma técnica tanto projetiva quanto expressiva ou de desempenho de avaliação da personalidade. Criada na década de 1950 pelo suíço Max Pfister, foi baseada na relação entre cores e emoções, utilizando a forma de uma pirâmide para possibilitar a composição de variadas configurações. Seu objetivo é propiciar uma análise da dinâmica afetiva-emocional do indivíduo, permitindo também inferir sobre suas habilidades cognitivas e tendências de comportamento, relacionadas à maneira como ele lida com as emoções.Fernando de Villemor Amaral, pioneiro da técnica de Pfister no Brasil, publicou o primeiro manual brasileiro em 1966 e revisou a obra em 1978. Sua filha, Anna Elisa de Villemor-Amaral, seguiu seu legado e deu continuidade às pesquisas com a técnica, publicando os manuais para adultos (2005) e para crianças e adolescentes (2014).O atual manual do Teste das Pirâmides Coloridas (TPC) integra as versões anteriores, reúne as principais pesquisas realizadas nos últimos dez anos em todas as regiões do Brasil e atualiza os estudos psicométricos mais recentes sobre normatização e validade, além de apresentar a versão informatizada (TPC-i) como alternativa à versão tradicional. Público-alvoÉ destinado a avaliar crianças, adolescentes, adultos e idosos, com normas para ao menos um tipo de aplicação em todas as faixas etárias de 6 a 83 anos.Versão Tradicional: entre 6 e 14 anos de idade e entre 18 e 83 anos.Versão informatizada: entre 6 e 11 anos de idade e entre 13 e 83 anos. ContextoClínico, Jurídico, Organizacional e Trânsito. AplicaçãoA aplicação pode ser feita em sua versão tradicional (ou seja, a partir do seu material físico), ou informatizada (por meio de um computador ou tablet com acesso à internet). Em ambos os modos, a aplicação leva cerca de 15 a 20 minutos, não havendo limite de tempo para completar a tarefa. A tarefa consiste em preencher esquemas de pirâmides com quadrículos coloridos e posteriormente responder a algumas perguntas sobre as pirâmides montadas. Correção e interpretaçãoA versão tradicional pode ser corrigida manualmente ou por meio de plataforma digital de correção informatizada, que dispensa ao avaliador parte do processo de codificação.Para a aplicação informatizada, o processo de cálculos e comparações é automático após a aplicação, demandando que o avaliador insira apenas os dados que requerem sua análise clínica.A classificação e a interpretação dos dados são feitas de acordo com os critérios descritos no manual. Para as comparações normativas, deve-se utilizar os parâmetros das tabelas equivalentes à faixa etária do indivíduo avaliado e ao tipo de aplicação (quando em crianças e adolescentes).
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