sábado, 23 de agosto de 2014
O que ira acontecer no verão de 2016 no Ártico?
Já sabemos que a cada ano o Ártico vem perdendo sua camada de gelo, e isto é mais acentuado no verão.
E já sabemos também, que o Ártico é a casa de animais que só existem ali. Como exemplo temos o Urso Polar.Alguns cientistas já admitem que em 2016 no verão não existirá mais gelo nessa parte do planeta , se isto acontecer, será um golpe muito grande para o ecossistema do planeta e toda vida no planeta terra , inclusive a nossa.
O aquecimento global é o grande vilão nesta história, apesar de alguns cientistas afirmarem o contrário, provavelmente em defesa de alguns interesses de grandes empresas que tiram lucros sem que as populações do mundo não tomem conhecimento do que eles estão fazendo. Porém, é uma política burra! Se o planeta entrar em colapso, todos nós estaremos sujeitos as conseqüências deste ato insano não adiantarão nada ter dinheiro, porque até as moedas dos planetas poderão ser destruídas com as catástrofes que estão perto de acontecer, se o homem continuar a agir do modo como vem se comportando com referencia ao planeta.
Não podemos deixar que isto aconteça! Temos que fazer algo para evitar esta tragédia que está por vir! Os Ursos Polares, assim como as raposas do Ártico e outras espécies que ali vivem , e só ali estarão presente, desempenham um papel em nossas vidas muito importante. Com a sua destruição, estaremos assinando a nossa também, e o que é pior não tem volta , é uma estrada de mão única, esses animais em toda extensão da cadeia alimentar participam de controle das espécies e se uma só espécie sobreviver irá colocar em risco todas as demais espécies da terra devido, a não haver mais inimigos naturais ,e seu desenvolvimento irá aos poucos corroendo outras espécies até chegar à nossa aí, então, será nosso fim ,e dinheiro nenhum irá comprar nossa sobrevivência.Nós, população do planeta terra, somos culpados seja por ação ou omissão.O que devemos fazer? Gritar, espernear e exigir de nossos governantes uma posição de defesa do planeta, e ainda não contribuir com as ações que estamos acostumadas a fazer, ai seja : desmatar, fazer queimadas, reciclar o lixo,não capturar animais silvestres para venda,economizar água e tantas outras ações que há tempos vemos falando e transmitindo a todos.
O planeta terra esta clamando por socorro, não vamos ignorar este pedido desesperados da casa em que moramos e que nos dá de tudo, e se soubermos pedir ,continuaremos protegidos e alimentados!
Autor do artigo Roberto Bassi
sábado, 16 de agosto de 2014
Aquecimento global está mudando a gravidade da Terra
Estudo da NASA mostrou que o planeta se aqueceu 0,75 Cº em 100 anos
por Redação Galileu
A Nasa declarou que registros atualizados das temperaturas globais confirmaram que o planeta se aqueceu quase um grau Celsius desde 1900. O relatório, chamado Met Office, também apresentou evidências de que o constante derretimento das geleiras estaria modificando a gravidade da Terra.
Para chegar a essas conclusões, a NASA valeu-se de bancos de dados abrangentes sobre o planeta, observações de temperatura marinha e informações de estações meteorológicas da África, Rússia e do Canadá. O satélite GRACE também foi recentemente lançado para a medição do impacto do derretimento de gelo sob a gravidade.
Utilizando tecnologia 3D e imagens captadas pelo GRACE, a NASA divulgou imagens que comprovam visualmente as alterações gravitacionais.Na imagem de 1995, a gravidade aparece dessa forma // Crédito: NASA Com a perda de massa das geleiras, o nível dos oceanos de alteram e a configuração da Terra muda // Crédito: NASA
O GRACE, que na verdade são dois satélites gêmeos, foram capazes de medir do espaço o derretimento das geleiras na Groenlândia com alta precisão. Como eles monitoram a própria trajetória de vôo e tempo em órbita são capazes de capturar pequenas mudanças na gravidade.
Com o derretimento das geleiras, o nível dos oceanos sobe, gerando alteração da gravidade. Estima-se que 240 toneladas de gelo derreteram na Groenlândia entre os anos de 2002 e 2011, o que fez o nível dos oceanos subir 0,7 mm por ano. Com isso, o campo gravitacional sofre mudanças, que, mesmo ligeiras, poderão ter conseqüências a longo prazo.
O planeta também está ficando mais quente. Os dados apontaram também que as temperaturas se elevaram 0,75 ºC ao longo de cem anos. Pode parecer pouco, porém a maior parte desse aumento aconteceu nos últimos dez anos. De 2005 a 2010 foram os anos mais quentes já registrados, mas, segundo a NASA, tudo indica que esse ano baterá o recorde de elevação de temperatura.
Fonte site GALILEU
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Pólo Norte vai descongelar totalmente no verão de 2016
O gelo do Pólo Norte vai derreter totalmente durante o verão de 2016, segundo Peter Wadhams, um especialista em gelo marinho. Wadhams qualifica este fenômeno de "desastre global", mas recorda que já tinha avisado para o perigo.
Peter Wadhams é um dos principais especialistas do mundo em gelo marinho e afirmou, em entrevista ao jornal "The Guardian", que, durante o verão de 2016, todo o gelo que existir no Ártico vai derreter.
O investigador defende que, para tentar inverter este "desastre global", é necessário fazer muito mais do que tem sido feito. Já não basta planear medidas para travar as alterações climáticas, é preciso "analisar urgentemente outras vias de travar o aquecimento global, como as soluções da geoengenharia propostas até agora".
Wadhams é responsável por um projeto que analisa a espessura do gelo no ártico com recurso a submarinos que conseguem navegar por baixo das placas de gelo. O perito recorda que, durante anos, avisou que este fenômeno poderia acontecer.
"Previ [o colapso do gelo marinho durante os meses de verão] durante anos. A causa é o aquecimento global: devido ao clima, houve menos formação de gelo durante o inverno e mais degelo no verão", explica.
Assim, no verão de 2016, Wadhams prevê que o processo de degelo do Pólo Norte culminará e os glaciares atualmente existentes não vão ser mais do que água. O investigador previne que será um acontecimento "terrível" para todo o planeta.
Fonte: jornal de Noticias
sábado, 9 de agosto de 2014
Meteorologia já prevê a mesma falta d’água em São Paulo em 2015
Leiam com atenção ,e depois me digam se o fenômeno Efeito Estufa , não tem uma participação grande nisto.
Nível do Sistema Cantareira, segundo Climatempo, estará em 12% em março
POR TIAGO DANTAS E GERMANO OLIVEIRA
SÃO PAULO — Moradores da Região Metropolitana de São Paulo devem continuar sofrendo os efeitos da falta d’água no Sistema Cantareira, o maior do estado, no ano que vem. O volume de chuvas do próximo verão deve ficar um pouco abaixo da média histórica e não será suficiente para recuperar as represas que estão secas.
Estudo feito pela Climatempo Meteorologia aponta que o nível do Cantareira estará em torno de 12% em março do ano que vem, caso se confirmem as previsões de chuva, e o consumo de água seja mantido no período. O percentual é praticamente o mesmo registrado em 31 de março deste ano, quando terminou a estação chuvosa.
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— Analisando o comportamento das represas do Sistema Cantareira nos últimos anos, vemos que, quando a estação chuvosa, de outubro a março, fica dentro da média, o sistema tende a recuperar cerca de 30%. Para o próximo ano, a gente vai ter que encher o volume morto, que dá cerca de 18%, e só vão sobrar 12% de volume útil — diz a meteorologista Bianca Lobo.
A média histórica de chuva no período chuvoso é de 1.250 mm. Os índices do último verão chegam à metade da média. O governo paulista classifica o cenário como a pior seca dos últimos 80 anos e assim justifica a crise hídrica que atinge o estado. Embora seja um fenômeno raro, sinais de que isso ia acontecer podiam ser observados desde 2011, segundo Bianca:
— Os verões de 2011/2012 e 2012/2013 já tiveram níveis de chuva abaixo da média. Por mais que seja um fenômeno raro, com período de retorno muito alto, era possível prevê-lo. Para o próximo verão, a previsão não deve mudar. Esperávamos que o fenômeno El Niño trouxesse mais chuvas, mas ele não será tão forte.
Apontado por especialistas como uma forma de reduzir o impacto da falta d’água nas represas, o racionamento de água não deve ser adotado pela Sabesp este ano. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) diz que o abastecimento está garantido até março do ano que vem e estuda usar, antes do fim do ano, o volume morto de outra represa do sistema Cantareira.
CANTAREIRA: 14% DA CAPACIDADE
Ontem, o Cantareira tinha 14,4% de sua capacidade (já contando os 18% do volume morto). Segundo maior produtor de água do estado, o Sistema Alto Tietê começou o dia com 19,4%. O reservatório está em queda desde que começou a ser utilizado para socorrer o Cantareira.
Moradores da capital têm se queixado cada vez mais de que um rodízio disfarçado está em curso. A Sabesp diz que reduz a pressão dos canos à noite para limites estabelecidos em normas nacionais como forma de evitar que o rodízio ocorra.
SECA AFETA AS SEIS BACIAS DO RIO TIETÊ EM 200 CIDADES
A seca que atinge São Paulo afetou todas as seis bacias do Rio Tietê, com aproximadamente 200 municípios e 27 milhões de pessoas. Embora todas as bacias estejam sendo atingidas, em alguns locais o problema se agrava, como na cidade de Itu.
Além da bacia do Alto Tietê, que abastece nove milhões de pessoas, todas as outras cinco enfrentam dificuldades.
— O racionamento de água ocorre desde fevereiro em Itu e Saltinho (a 80 quilômetros de São Paulo). Nesses municípios, só tem água a cada três dias — diz Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica.
A seca no interior paulista afeta a safra agrícola. De acordo com José Roberto da Silva, do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria da Agricultura de São Paulo, o setor sofre com o calor excessivo. A cultura mais prejudicada é a do milho, que terá quebra de safra de 33% (os agricultores colherão 2 milhões de toneladas, contra 3 milhões em 2013). As perdas da soja serão de 17% (1,5 milhão de toneladas, contra 1,8 milhão no ano passado). A cana-de-açúcar terá perda de 8% (409 milhões de toneladas, contra 444,4 milhões no ano passado). São Paulo produz 70% da safra brasileira de açúcar e álcool.
— O problema é que, se não chover em setembro, não tem como preparar o solo para o plantio da safra do ano que vem, e, fatalmente, teremos redução também na safra em 2015 — diz José Roberto.
Celso Torquato Junqueira Franco, presidente da União dos Produtores de Bioenergia (Udope), explica que a redução na safra de cana no estado já obrigou as destilarias da região de Araçatuba e Andradina a demitirem pelo menos mil pessoas.
Fonte : O GLOBO
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Crise da água em São Paulo: Quanto falta para o desastre?
O que acontecerá com as torneiras de São Paulo – e o que ensina a pior crise de água da maior metrópole do país
Verão de 2015. As filas para pegar água se espalham por vários bairros. Famílias carregam baldes e aguardam a chegada dos caminhões-pipa. Nos canos e nas torneiras, nem uma gota. O rodízio no abastecimento força lugares com grandes aglomerações, como shopping centers e faculdades, a fechar. As chuvas abundantes da estação não vieram, as obras em andamento tardarão a ter efeito e o desperdício continuou alto. Por isso, São Paulo e várias cidades vizinhas, que formam a maior região metropolitana do país, entram na mais grave crise de falta d’água da história.
>> O Brasil pede água
A cena não é um pesadelo distante. Trata-se de um cenário pessimista, mas possível, para o que ocorrerá a partir de novembro. Moradores de São Paulo sentem, hoje, o que já sofreram em anos anteriores cidadãos castigados pela seca em Estados tão distantes quanto Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Pernambuco. A mistura de falta de planejamento, administração ruim, eventos climáticos extremos e consumo excessivo ameaça o fornecimento de água em cidades pelo Brasil todo. O episódio ensina lições aos governos. E exige respostas para perguntas que todo cidadão deve fazer a si mesmo e aos candidatos nas próximas eleições.
COMO A CRISE SURGIU?
A crise em São Paulo é, em parte, consequência da falta de água nas cabeceiras de rios que abastecem o Sistema Cantareira. Trata-se de um conjunto de represas responsável por abastecer 9 milhões de habitantes na Grande São Paulo. Todo esse sistema depende das chuvas do verão. Em anos normais, nos meses secos e frios, de junho a agosto, a precipitação é de menos de 150 milímetros. Isso é, normalmente, compensado no primeiro trimestre, que soma cerca de 600 milímetros. Desde o ano passado, as chuvas não vêm no volume esperado. “A maioria dos meses de 2013 já havia registrado níveis de pluviosidade abaixo da média dos últimos 30 anos”, diz o meteorologista Marcelo Shneider, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). “A situação ficou pior a partir de outubro e novembro. Foi um clima anômalo em todo o Sudeste, não apenas na Cantareira.” Nos três primeiros meses de 2014, em vez dos esperados 600 milímetros, caíram menos de 300 milímetros.
O governo estadual põe a culpa na falta de chuva, mas ela não explica a história sozinha. A estiagem deste ano apenas tornou evidente quanto o sistema é frágil e quão escassa a água é, mesmo num país tropical. O Sistema Cantareira existe desde a década de 1970. Ele retira água das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Em 2004, a Sabesp (empresa de abastecimento da capital e de outras cidades) fez obras, aumentou o volume do Sistema Cantareira e renovou sua autorização para administrá-lo. O governo estadual permitiu a retirada de 36.000 litros de água por segundo, a maior parte destinada à Grande São Paulo. Esse volume de extração, segundo Antonio Carlos Zuffo, hidrólogo da Unicamp, supera o recomendável para a capacidade das represas. “Quando a outorga foi renovada, o governo subiu o volume de litros que poderia ser retirado com a condição de que fossem feitas mais obras para aumentar a capacidade de armazenamento das represas. E elas não ocorreram no ritmo previsto”, afirma.
A renovação da outorga previa a revisão de estudos hidrológicos, a criação de um plano de contingência para situações emergenciais e ações para reduzir a dependência que São Paulo tem do Sistema Cantareira. Nem todas as ações planejadas foram colocadas em prática. O problema chamou a atenção do Ministério Público. A promotora Alexandra Martins acredita que o poder público não deu a devida atenção ao caso. “Detectamos uma série de problemas no cálculo da destinação de água a cada área. A população cresceu muito e o volume não foi ampliado nos últimos 30 anos”, diz. Questionada por ÉPOCA, a Sabesp respondeu que fez as obras necessárias.
LIÇÃO: não permitir que as obras parem. Para financiá-las, muit:os países definem multas para quem polui ou consome em excesso. A Sabesp defende a isenção de impostos para empresas que invistam na manutenção e expansão do sistema de abastecimento. Parcerias público-privadas podem ser usadas para obras de esgoto e fornecimento de água.
>> "As pessoas só entenderão que a água é preciosa quando ela custar caro"
COMO A CRISE PODERIA SER EVITADA?
São Paulo já passou por momentos climáticos extremos antes. Em 2004, o nível do reservatório do Sistema Cantareira ficou abaixo dos 30%. A Sabesp iniciou então um racionamento de água por rodízio de bairros. Fez obras para acessar o que era, até aquele momento, uma reserva de emergência. Trata-se da água que fica abaixo do ponto de captação nos reservatórios, conhecido pelo termo “volume morto”. Nos anos seguintes, por sorte, os reservatórios voltaram a encher.
Em 2011, experimentamos o extremo oposto. Fortes chuvas atingiram a região. As comportas dos reservatórios precisaram ser abertas para liberar o excesso de água. “Havia um nível superior a 100% no sistema, algo nunca antes registrado”, diz Francisco Lahóz, secretário executivo do consórcio PCJ (Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí).Fonte:Blog do Planeta( época).
sábado, 2 de agosto de 2014
O LIXO DO NAVIO PELICANO E O NOSSO
O LIXO DO NAVIO PELICANO E O NOSSO José Carlos Buch Johann Goethe escreveu: -- “Você já ouviu falar do “Pelicano? O "Pelicano" é o navio mais indesejado do mundo. Desde 1986 ele tem sido o errante dos mares. Ninguém o quer. O Sri Lanka não o quer. As Bermudas não o querem. A república Dominicana o expulsou. A mesma coisa fizeram a Holanda, as Antilhas e Honduras. O problema não é o navio. Embora enferrujado e inoportuno, o cargueiro de 466 pés apresenta boas condições de navegação. O problema não é a documentação do navio. Os proprietários atualizaram a licença e as taxas foram pagas. O problema não é a tripulação. Eles podem sentir-se indesejados, mas não são ineficientes. Então, qual é o problema? Qual é a causa para anos de rejeição? Recusado no Sri Lanka. Expulso na Indonésia. Rejeitado no Haiti. Por que o "Pelicano" é o navio mais indesejado do mundo? É simples. Ele está cheio de lixo. Quinze mil toneladas de lixo. Cascas de laranja. Garrafas de cerveja. Jornais. Restos de cachorros-quentes. Lixo. O lixo do longo verão da Filadélfia, em 1986. Foi quando os trabalhadores municipais fizeram uma greve. Foi quando o lixo cresceu mais e mais. Foi quando o estado da Geórgia o recusou e Nova Jersey não o quis. Ninguém quis o lixo de Filadélfia. Foi assim que o "Pelicano" entrou em cena. Os proprietários pensaram que ganhariam um dinheiro fácil com o transporte do lixo. O material foi queimado e o navio foi carregado com as cinzas. Mas ninguém as quer. No inicio, o problema era sua grande quantidade. No final era um lixo muito antigo. Quem vai querer lixo potencialmente tóxico? A situação do "Pelicano" é uma prova.” Recentemente o Rotary Norte teve a oportunidade de homenagear três garis - Benedito Eduardo Andreato(64 anos), Alessandro Verguti(54 anos) e Eduardo José Rodrigues da Costa(46 anos), todos da empresa Arclan. Esses homens, que não são mais jovens e que recolhem a nossa sujeira, chegam a correr e caminhar quase sessenta quilômetros por dia, enquanto que o caminhão no qual se empoleiram na traseira, percorre num único dia mais de duzentos quilômetros. Nossa cidade com uma população de pouco mais de 110.000 habitantes produz aproximadamente 3.800 toneladas de lixo por mês, uma média mensal de 34 quilos por pessoa, ou mais de um quilo por dia. Sem reciclar praticamente nada, com raras exceções por conta de alguns poucos condomínios que o fazem, caso específico do Edifício Vitória Régia, que separa o lixo reciclável e o óleo de cozinha que são entregues, respectivamente, para a cooperativa “Luxo do Lixo” e “Fertibom”, estamos enterrando matéria prima. É muito lixo produzido e, o que é pior, muito óleo de cozinha jogado na rede de esgoto, lembrando que cada litro desse óleo é suficiente para contaminar 20 mil litros de água dos nossos rios. São, também, toneladas de papel, papelão, plásticos, vidros e até mesmo metais que poderiam ser reaproveitados poupando milhares de árvores de serem derrubadas e preservando recursos naturais. A cidade que pode ser orgulhar de não ter mais os seus rios como esgoto a céu aberto e está prestes a tratar todo o seu dejeto doméstico, precisa cobrar das autoridades uma política de reciclagem do seu lixo, começando com campanhas educativas. Seguramente navios cheios de lixo não conseguirão aportar em lugar algum e cidades que não reciclam o lixo que produz, continuarão como de terceiro mundo e olhadas com desdém pelos investidores, por mais feitiço que tenha no nome. O Pelicano seria acolhido em qualquer porto se estivesse transportando flores ou cereais e os nossos caminhões de lixo seriam melhor aproveitados se transportassem somente lixo orgânico. A natureza não merece tanto desaforo e tanta agressão! advogado tributário www.buchadvocacia.com.br buch@buchadvocacia.com.br
Fonte: José Carlos Buch Adv....
Fonte: José Carlos Buch Adv....
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